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Guerra tarifária. Coisa pior está por vir !

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Quem imaginou que a "guerra tarifária" dos Estados Unidos contra o Brasil ficaria circunscrito às tarifas de importação do Donald Trump aos produtos brasileiros em 50%, se enganou redondamente.    Ao contrário do que possa imaginar, o presidente Donald Trump está aberto ao diálogo, em torno da tarifa de importação a mais alta entre os países do mundo, se enganou redondamente.   Vários países atingidos já negociaram as tarifas comuns, entre eles a China e a Índia.               O presidente Trump, através do braço armado dos Estados Unidos na Europa, a OTAN, faz pressão para impor "tarifa de importação" dentre os seus membros, que são a maioria dos países da União Europeia.   Disse o chefe da OTAN: " Se você for presidente da China, primeiro-ministro da Índia ou presidente do Brasil e ainda estiver negociando com os russos e obtendo seu petróleo e gás, saiba que, se esse sujeito em Moscou não levar as negociações de pa...

Brasil é dos brasileiros. Será ?

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A guerra tarifária do presidente americano Donald Trump caiu como luva nas mãos do Presidente Lula.   Ele vai se colocar na posição de " vítima " do presidente americano do que " defender " os interesses dos exportadores brasileiros, de commodities aos produtos manufaturados.   Essa " toada " de " vítima " do " vilão americano ", ao contrário do que se possa imaginar, " pega " muito bem perante o seu " curral eleitoreiro ", constituídos, sobretudo, de menor e maior escolaridade.            Pelo lado dos americanos, as medidas tomadas pelo presidente Trump, na sequência de medidas drásticas como corte de funcionários públicos, que prometiam ser desastrosas para a população americana, não está sendo.   O objetivo do presidente americano, tem pouco a ver com " eventuais retaliações " do que a tentativa do presidente Trump em tentar "zerar" o pernicioso "déficit primário" do seu país, criado...

Make Brazil Great Again

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  No meio das novas tarifas de importações sancionadas pelo presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, o mundo global está "assustado", inclusive o Brasil, pela maneira "intempestiva" de comunicação, incluindo o Brasil, sobre as medidas adotadas pelo presidente americano, que vai de interesse da "revitalização do setor produtivo" dos Estados Unidos.   Ele tenta equilibrar, com arrecadação extra, equilibrar as contas públicas americanas, que não são pequenas.          Há quem enxergue que as medidas anunciadas de elevação das tarifas de importação, atualmente, em negociação com os países do mundo global, é um " tiro no pé " para o Donald Trump.   Ao contrário do que se possa imaginar, o presidente americano, não tem " pretensão " nenhuma de mostrar a " hegemonia americana " em diversos setores das atividades produtivas.   Os Estados Unidos já ocupam a primeira posição do PIB mundial, com cerca de 27% do total , dei...

Tarifa de importação de 50% do Donald Trump

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Pelo comportamento do Governo brasileiro diante da anunciada tarifa de importação colocado à mesa de negociação à vigorar a partir de 1º de agosto, em 50%, mostra a falta de " atitude política e econômica " do Governo brasileiro.    Brasil não é o caso isolado na política tarifária dos Estados Unidos.   A tarifa inicialmente imposta aos chineses que eram de 150%, após intensas negociações entre as partes, chegaram nas tarifas 30% / 20%.   Os mais recentes anúncios foram de tarifas de 30% para produtos oriundos da União Europeia e 35% sobre os produtos oriundos do Canadá e do México, que certamente, merecerão negociações.    Brasil não é caso isolado e nem é perseguição política contra o Presidente Lula, como se pretende "vender" para a população brasileira.                O Presidente Lula, diante da notícia da nova taxação, porta-se como um " menino rejeitado " e aproveita para se apresentar perante o seu e...

A briga tarifária Brasil x EUA

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  Diante da anunciada taxação de 50% sobre tarifas de importação dos produtos brasileiros, após a crítica da "hegemonia" americana no comércio mundial, externada pelo Presidente Lula, do púlpito da assembleia do BRICS, realizado no Rio de Janeiro, com clara demonstração de crítica ao domínio americano no mercado financeiro e comercial global, com o "dólar americano", o US$, que tem servido como "moeda de referência" para trocas comerciais e financeiras desde a reunião realizada em Bretton Woods, em 1947.            A "bravata" do Presidente Lula não encontra respaldo mesmo entre as maiores potências do  mundo, como a China, com segundo PIB mundial, longe do PIB brasileiro, conforme demonstrado no gráfico acima.   A bravata do Presidente Lula, mais serve para o seu público interno, o seu " curral eleitoreiro ", do que ao "setor produtivo" brasileiro.   Só mesmo, quem não entende da posição americana, que uma minoria "acha...

Brasil está defasado no tempo !

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  Segundo Presidente Lula, em relação à imposição da tarifa de importação anunciada pelo presidente Donald Trump, em 50% para produtos importados do Brasil, a vigorar a partir do próximo 1º de agosto:  " É falsa a informação, no caso da relação comercial entre Brasil e Estados Unidos, sobre o alegado déficit norte-americano. As estatísticas do próprio governo dos Estados Unidos comprovam um  superávit desse país no comércio de bens e serviços com o Brasil da ordem de 410 bilhões de dólares ao longo dos últimos 15 anos " .   E, adianta ficar na retórica, para o público interno?             O Presidente Lula sabe que a tarifa de importação dos produtos brasileiros em 50% é uma estratégia para início de negociação, como ocorreu com as tarifas recíprocas com a China, a segunda maior economia do mundo, que terminou, após intensas negociações em 30% / 20%, longe da pretensão inicial anunciada em 150% para produtos chineses adentrar aos Es...

Trump impõe tarifa de 50% ao Brasil

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  O Presidente Lula respondeu na noite dessa quarta-feira, dia 9, ao anúncio do presidente americano Donald Trump de elevar a tarifa de importação para 50% sobre todos os produtos brasileiros importados.   Afirma o Presidente Lula que "qualquer medida de elevação de tarifas" de forma unilateral será respondida à luz da Lei brasileira de "Reciprocidade Econômica".   Nada mais "protocolar" do que medidas práticas para proteger as empresas brasileiras que exportam para aquele País, porém, o aumento de tarifas aos produtos americanos no País, inviabilizaria muitas indústrias brasileiras, carentes de "produtos e tecnologia americana".           Quem vai " pagar o pato " são as empresas produtivas brasileiras que exportam os seus produtos àquele país, a maior economia do planeta, que responde por cerca de 27% do PIB mundial.    A imposição da tarifa de 50% ao Brasil , a mais alta dentre as novas tarifas, tem motivação política, ...