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Brasil a um passo da Recuperação Judicial

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O principal candidato à Presidência da República pela oposição ao atual Governo federal, Flávio Bolsonaro, PL, faz discurso da "mudanças na estrutura do Governo", mas não faz referência concreta sobre quais mudanças ele pretende fazer.  Isto é muito pouco para candidato da oposição, no meu entender.    Até agora, as mudanças propostas anunciadas são pontuais, sem se referir às mudanças na estrutura administrativa da União.   Porém, a realidade do Brasil é muito mais grave do que se possa imaginar.             O País padece de uma estrutura administrativa pesada, hoje, com 38 ministérios, autarquias e empresas de economia mista, espalhados em todo o território nacional e gasta cerca de 50% do PIB, incluído nas despesas, os serviços da dívida pública do Tesouro Nacional.    Como já comentamos anteriormente, o Brasil gasta igual aos países do Primeiro Mundo, como a Noruega, porém, prestando serviços do Terceiro Mundo, co...

Lula ou Flávio. Você decide !

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  A disputa entre o senador Flávio Bolsonaro, PL e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, PT ao posto de Presidente da República, está tecnicamente empatada entre os eleitores de São Paulo, segundo pesquisa Quaest, divulgada nesta terça-feira, 25 de agosto, faltando tão somente 40 dias para as eleições no próximo dia 4 de outubro.    O crescimento das intensões de votos à favor do candidato da oposição é motivo de alívio da  Faria Lima .             Explico:  O País comandado pelo Presidente Lula, PT, está passando por um dos momentos mais tristes da história contemporânea, de uma " braba recessão ", sentido pelo setor produtivo brasileiro, em todos os setores da economia.  Basta ver as notícias da grande imprensa sobre as " recuperações judiciais " de empresas ícones do País, como Casas Bahia e Braskem e anúncio de demissão em massa do Bradesco, o carro chefe das instituições financeiras.         ...

A dívida pública do Brasil está assim !

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No período próximo das eleições para o posto de Presidente da República é normal que as empresas " tirem o pé do acelerador " nas suas atividades e exatamente este motivo acaba causando " efeitos colaterais " graves para o País.             Disse, o presidente do Banco Central, Daniel Galiporo: " Não dá para ficar contente com uma notícia de que o crédito cresceu e depois reclamar que o endividamento cresceu ".  O crédito que um banco ou uma instituição financeira é a dívida que alguém tomou, que em outras palavras quer dizer na "rolagem da dívida" ou "renovação de uma dívida antiga".   Muitos poucos são créditos para expansão de suas atividades.  É a realidade brasileira na atual conjuntura.                Disse o Galípolo que a " maior razão do endividamento é a dívida ", no evento realizado pela Febraban durante a abertura do evento  Febraban Tech 2026, em São Paulo.   A afirmação...

Acorda, povo !

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  A poucos dias das eleições de 4 de outubro, cerca de 45 dias, os principais candidatos ao cargo de Presidente da República não apresentaram propostas objetivas e concretas sobre o plano de Governo de cada um.   De um lado, a ideia genérica de " manutenção dos dos programas sociais " do Governo federal e do outro lado as " mudanças " nas " políticas fiscais " e linhas gerais sobre " políticas econômicas ".   Os discursos se parecem com os do 4 anos atrás, quando disputou o Jair Bolsonaro, PL e Lula da Silva do PT.   Ambos apostam nos seus próprios " carismas " do que nos " programas do Governo ".             Do lado do Presidente Lula, PT, continua com o forte " apelo popular ", que são os programas sociais de toda ordem como bolsa família, programa pé de meia, vale gás e tantos outros que atendem a "população de baixa renda".    O Presidente Lula, PT, tenta induzir à população de que, com a mudança do G...

A lobista Roberta Luchsinger

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  Segundo a grande imprensa, sempre atentos aos últimos acontecimentos, a Polícia Federal descobriu detalhes da ofensiva da lobista Roberta   Luchsinger    a partir do conteúdo dos aparelhos celulares descobriu detalhes da ofensiva do grupo do Lulinha e Roberta  contra o Ministério da Saúde, a e diferentes órgão do Governo federal.    Até aqui, quem tem interesse acompanha o desdobramento do caso, como se o caso fosse "fortuito", uma coisa que tivesse acontecido, "por acaso".              Segundo as notícias divulgados na grande imprensa, disponíveis para o grande público, inclusive este que aqui comenta, a lobista Roberta   Luchsinger, houve prospecção sobre o destino dos " benefícios " para " blindagem patrimonial " no " paraíso fiscal ", incomum, num minúsculo país incrustado na Suíça, denominado    Liechtenstein .     Segundo a Roberta, o " paraíso fiscal ", seguro e inusita...

A teoria do "caos", a quem interessa...

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Acompanho com tristeza o que se passa com o setor produtivo brasileiro.  Independente de ser do setor industrial ou de serviços, neste último, incluindo o setor agropecuário, as empresas brasileiras, com raras exceções, estão passando por fase crítica, com estagnação ou insolvência.    O quadro econômico deverá agravar ainda mais até o final deste ano, ao mínimo.   Não sou pregador da " teoria do caos ", onde " quanto pior, é melhor ".     Sobretudo, antes das eleições presidenciais, a situação descrita é desejada pelo campo da ideologia da direita ou quanto da ideologia da esquerda.                 No ambiente de " caos econômico ", para ambos lados, situação e oposição tem seus próprios motivos para basearem as suas propostas de Governo.     É assim que funciona a política eleitoreira no País desde o período da redemocratização, com o Governo Sarney, com o falecimento do Tancredo Neves,...

Revista Veja se equivocou

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  Comenta na Revista Veja, na edição de hoje, a análise macroeconômica o respeitado comentarista  Alexandre   Schwartsman , a que tenho muito respeito e consideração, nas suas análises, juntamente com bons e notáveis times de analistas  da "macroeconomia", da própria revista Veja , notadamente, no que se refere ao Brasil.              Diz o comentarista:   Não é de hoje que me preocupa a sustentabilidade do crescimento brasileiro , ancorado na expansão do consumo das famílias, que responde por algo como 70% do aumento do PIB entre 2021 e 2025, seguido "de longe"  pelo consumo do governo ( aproximadamente 20% ), segundo o comentarista.    Eu discordo do comentarista sobre a participação do Governo Federal no " bolo da economia " do País, que se aproxima dos 50% , conforme já comentei nas minhas matérias precedentes.              Fazendo a ressalva, os gastos do Gov...