Ronaldo Caiado, o pré candidato pelo PSD
Ontem, dia 13, sábado, Ronaldo Caiado, PSD/GO, lançou-se "pré-candidato" ao posto de Presidente da República, nas eleições de 4 de outubro próximo, na presença do presidente do Partido, Gilberto Kassab, PSD/SP. Ele já tinha manifestado anteriormente sobre a possibilidade, mas não tinha feito, oficialmente, junto com o presidente do seu partido, o PSD.
Ele, Ronaldo Caiado, deve disputar a preferência dos filiados do Partido entre outros nomes já manifestados como Ratinho Júnior, PSD/PR e Eduardo Leite, PSD/RS. Ele, apesar de crítico ao governo do Presidente Lula, PT, se depender do Gilberto Kassab, PSD, num eventual segundo turno, deve-se alinhar com o Presidente Lula, PT. Pelo que conheço um pouco do Gilberto Kassab, PSD, pessoalmente, na ocasião, ministro de Comunicações, ele vai conduzir o Partido para aliar-se no segundo turno das eleições, ao candidato que se apresentar em "condições" de maior chance. Gilberto Kassab, sabe que um eventual candidato do PSD, seja quem for, não terá condição de acabar com a atual "polarização" de pretendentes, entre Lula da Silva, PT e Flávio Bolsonaro, PL.
Enfim, o "jogo" das eleições presidenciais de 2026, vai criando contornos visíveis para "leigo no assunto", como este que aqui, escreve. O cenário acima, ainda, conta com a candidatura do atual governador de Minas Gerais, o governador Romeu Zema, Novo/MG, do segundo maior colégio eleitoral do País. O que interessa para os leigos, simples, eleitores, não são apenas "nomes" e nem tão pouco "partidos", mas, são os "programas de Governo", frente ao 11º PIB do mundo e 214 milhões de pessoas, vivendo numa extensão de terra de 8,5 milhões de Km2. Brasil é um país importante do planeta Terra! Só os governantes atuais e os pretendentes, não tem "consciência" da "responsabilidade" que as eleições representa para o País.
Os desafios para os candidatos, incluindo o atual Presidente Lula, PT, são enormes, com uma dívida pública chegando próximo de R$ 10 trilhões, equivalente, a grosso modo, igual do Produto Interno Bruto do País. Falta para aos futuros pretendentes a um assento no Palácio do Planalto, um projeto nacional que empolgue a população. Currículo por currículo, os pretendentes ao cargo máximo da República, são pobres, para não dizer "medíocres".
Vamos aguardar os "programas de Governo" dos respectivos candidatos, para posterior comentários, sob ponto de vista da "política econômica" e "política fiscal", imprescindíveis para o País que quer disputar um "lugar de destaque" no cenário econômico global. No momento, o Brasil "come poeira" dos pequenos países da Europa ou de uma pequena península do extremo oriente.
Falta aos candidatos ao caro máximo da República, "projetos nacionais" que empolguem a população mais culta, do que projetos de "assistencialismos" que tem marcado a atual administração pública.
Ossami Sakamori

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