Lula e Janja na Coreia do Sul

 

Janja da Silva e Consul da Coreia do Sul

A viagem do Presidente Lula à Índia e à Coreia do Sul, vai trazer pouco resultado prático a favor do Brasil.  Na Índia, o Presidente brasileiro foi participar de uma reunião da cúpula sobre Inteligência Artificial, onde a Índia é muitas vezes mais desenvolvida do que o Brasil, em função de empresas norte-americanas do setor tem forte presença naquele país.    No lado de exportações, a Índia não tem hábito de comer carne bovina em função daquele animal ser "sagrado" para o povo indiano.    


           A despesa do deslocamento da comitiva é alta, tendo em vista que faz parte da comitiva um séquito de 300 empresários, sendo "bancado" pelo Governo brasileiro.   A comitiva, seguiu, hoje para Coreia do Sul e terá encontro bilaterais entre os Governos e empresários de diversos setores.   Brasil não tem insumos para vender para os coreanos e muito menos tecnologia.    Ao contrário, o Brasil importa tecnologia e equipamentos de última geração dos sul-coreanos e os coreanos não tem hábito de consumir carne bovina, tal qual outros povos do oriente.   


          Sobrou para o Governo brasileiro, as despesas de viagem da comitiva presidencial, cerca de 300 empresários.  Coreia do Sul vai muito bem, com Tratado de Cooperação entre Estados Unidos, Coréia do Sul e Japão, desde o término da II Guerra Mundial.   Vale a viagem pelo aspecto político, mais do que o aspecto econômico.     


                Quem mais está  tirando o proveito da situação é a primeira dama, Janja da Silva e comitiva, que deslocou direto para Seul, com sua equipe de assessores ou assessoras.  Fazer compras nesta situação é da especialidade da primeira dama.    Segundo comentário de uma revista brasileira, a Janja da Silva, se instalou num suíte de 76 metros quadrados, com dois ambientes, que custa aos cofres públicos, a bagatela de R$ 7.625 por noite, enquanto uma suíte normal custaria em torno de R$ 1.750.  Ainda, segundo a grande imprensa, o Presidente Lula e comitiva ficarão hospedados no mesmo hotel, porém, num bloco separado.  Nestas oportunidades, a primeira dama, tem apresentado "nota fiscal" da sua empresa de promoção, embutindo todos os custos.   No último evento que ela participou, na COP30, apresentou nota de R$ 28 milhões para os organizadores do evento.   

              

               Estas despesas da viagem à Coreia do Sul, pelo casal Presidencial, com de costume, deverão ir para "informações sigilosas da Presidência da República", por conta da Presidência da República, com sigilo de 100 anos.   Tudo isto, narrado aqui, será custeado pela Presidência da República e ficará em sigilo, conforme permite a lei em vigor.    


               Ossami Sakamori   

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