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Brasil ausente no cenário global

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  Os Estados Unidos do Donald Trump está cada vez mais próximo do Reino Unido, numa posição cada vez mais afastado do Brasil, em relação ao país do "Tio Sam" (termo criado pelos soldados americanos em 1812).  Noutra ponta, a parceria entre Reino Unido e Estados Unidos remota ao ano 1944, onde as tropas americanas, com o apoio dos ingleses desembarcaram na Normandia, costa francesa, até então tomada pelas tropas alemãs.                      Feita observação sobre a relação entre os dois blocos econômicos, ontem, dia 11, os Estados Unidos e Reino Unido decidiram não assinar o termo de acordo de intenções sobre IA - Inteligência Artificial, que, na essência exige uma inteligência "inclusiva, ética, protegida, confiável e sustentável", levando em conta as estruturas servidas para todas pessoas do planeta, em tese.   A Conferência foi presidida pelo presidente francês, Emmanuel Macron, da esquerda, que tem uma batalha...

Brasil continua pais do "terceiro mundo".

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Infelizmente, o Brasil continua sendo um país do "terceiro mundo", expressão que caiu em desuso, após o País alcançar a posição de 8ª economia do mundo.  Ao ler comentário do presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil, José Augusto de Castro, na poderosa revista Veja, de que a "política comercial do governo Trump, consiste em um jogo de "perde-perde", para os Estados Unidos e países aquinhoados com as "tarifas extras", de 25% sobre os aços e alumínios provenientes do Brasil.    As referidas tarifas anunciadas, sobre dois produtos, no meu entender, é apenas o início de uma longa "batalha comercial" entre os dois países, Brasil e Estados Unidos, onde os únicos ganhadores são os americanos.              Vocês deverão estar a perguntar: "o que eu, um simples cidadão brasileiro, tem a ver com as medidas anunciadas pelo novo presidente americano, o Donald Trump?   Felizmente ou infelizmente, tem tudo a ver.  Os Esta...

Brasil é pego de "calças curtas".

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  Diante do despreparo de muitos analistas econômicos no País, qualquer notícias da área econômica vem como " informações  de primeira mão " e ocupam as páginas da grande imprensa.  Falo da notícia de taxação do "alumínio", anunciada, ontem, em 25% pelos Estados Unidos.  A medida deverá entrar em vigor nesta segunda-feira, dia 10.   No dia 15 de janeiro, antes mesmo do presidente americano tomar posse, o que ocorreu no dia 20 daquele mês, o presidente americano, já tinha anunciado taxar os produtos importados em 25%, exatamente a tarifa anunciada, aos produtos importados de diversos países do mundo, incluído o Brasil.             O anúncio divulgado na imprensa internacional, nesse domingo, dia 9, foi o anúncio da taxação de "alumínio" proveniente do Brasil em 25%, dentro da política econômica anunciada pelo presidente americano, desde antes da sua posse.  Infelizmente, o Governo do Presidente Lula está mais preocupad...

Mar não está para peixe !

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  Apesar do desgoverno, com uma "política fiscal" desordenada, o País caminha a passos largos, apesar da nenhuma preocupação do Governo federal em manter o equilíbrio do Orçamento Público federal, causando sucessivos " déficits públicos ", que são os dinheiros que faltam para cobrir as despesas previstas no Orçamento do Governo federal, ainda, sem levar em conta as despesas referente aos serviços da dívida pública federal, denominado de " déficit nominal ".  A bem, na verdade, os Governos de plantões, sejam este ou anteriores, nunca levaram ou levam "à sério", os gastos públicos, que acaba caindo no colo do contribuinte, que é obrigado a contribuir os " impostos ", de "imposição" e de contribuições e tarifas, que igualmente, são " compulsórias ", sem o que os contribuintes são impedidos de ter acesso aos diversos benefícios fiscais e creditícios.             O setor privado, por outro lado, contribui com " expor...

Inflação voltou !

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  Com a fala desastrada do Presidente Lula, nas mídias e redes sociais, sobre a inflação: " Se não achar produto barato, não compre! ".  A fala está no meio de aumento de combustíveis, gás de cozinha e de alimentos essenciais como feijão e arroz.  No meio do " imbróglio ", a previsão do mercado financeiro é de que o IPCA, a inflação oficial do País, estará próximo   do teto da meta de 3%, com margem de 1,5% para cima ou para baixo.                A estimativa da inflação para 2026, segundo IBGE, subiu de 4,1% para 4,22%. Sendo a expectativa de inflação para 2027 e 2028, subiu para 3,9% e 3,73%, respectivamente.   Lembrando que a meta de inflação do Banco Central é de 3%, com tolerância de 1,5% para cima ou para baixo.   Com a última alta dos juros básicos Selic, está em 13,25% ao ano.  Ainda, o último comunicado do COPOM, prevê mais um aumento de 1%, elevando a taxa Selic para 14,25%, além de deixa...

Lula: Se o produto está caro, não compre !

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  O País parou neste início da segunda metade do Governo Lula.  Nem é preciso apresentar números para constatar o fato.  Basta ver a movimentação do comércio, mesmo no período considerado de férias escolares.  No entanto a inflação de alimentos e produtos de primeira necessidade estão em patamares muito acima da inflação oficial.  Até mesmo o Presidente Lula, em mídia social, disse:  Se o produto está caro, não compre ... (sic), como se a população vivesse de "ventos".               Nós, os comentaristas profissionais ou não, noticiamos, insistentemente, sobre os "gastos públicos", sobretudo do Governo federal,  que tem apresentado resultados "negativos", com seguidos " déficits primários ", que são montante de recursos que faltam para cobrir os gastos correntes do Governo federal, antes de levar em conta o pagamento dos " serviços da dívida pública ", que inclui o pagamento de juros da dívida da União, caus...

Por trás da Isenção do IR de R$ 5 mil

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  Estará em pauta no Congresso Nacional a regulamentação da "isenção" do Imposto de Renda para ganhos de até R$ 5 mil, que foi promessa da campanha eleitoral do Presidente Lula em 2022.   A ideia é simples, mas, a sua implementação é complexa, porque uma qualquer "renúncia fiscal" terá que ser compensada por alguma contribuição para "tapar" o buraco, em receitas, causado pela perda de arrecadação.   Não há almoço grátis!              Disse, ministro da Fazenda, Fernando Haddad à imprensa: "Essa é uma reforma que queremos que tramite com cautela devida com a transparência: essa é mais simples, não exige Emenda Constitucional ou apenas lei complementar, mas terá impacto econômico relevante para todo o país.  Com isso passa a ter vigência no primeiro de janeiro do ano que vem, se a Câmara e o Senado aprovar no seu devido  tempo para analisar", fez ressalva, o ministro da Fazenda.            ...