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Brasil se comporta como cachorro de estimação do Xi Jinping

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  Com o episódio da "guerra tarifária" proposta pelo presidente americano Donald Trump, que está causando "discussão" interminável ao redor do mundo, chego a triste conclusão de que falta ao Brasil, um Presidente da República que tenha visão de longo prazo sobre o País.    Chego a pensar que é uma doença congênita a miopia dos sucessivos dirigentes máximos da República, de matizes ideológicas diversas, de direita à esquerda.           De repente, vi manchete nas redes sociais, o investimento em infraestrutura proposto pelo ministro da Infraestrutura, Renan Filho, a citação de uma "carteira" de obras de aproximadamente R$ 300 bilhões, dentre elas, investimentos em projetos ferroviários, entre os quais o Corredor Ferroviário Leste-Oeste.   Para leigo, o valor citado possa parecer uma enormidade, mas, não é.  O valor global chega a ser ridículo, para quem entende ao menos, um pouco, de infraestrutura.          ...

Brasil ao lado do Xi Jiping.

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  A guerra comercial entre Estados Unidos e China está longe de terminar, até pela razão do presidente Donald Trump ter marcado o prazo limite de 90 dias, a contar desde ontem.  Nesta sexta-feira, dia 11, no fechamento do mercado, a China anunciou que vai aumentar as tarifas de importação de produtos americanos de 84% para 125%, em resposta à última medida do presidente Donald Trump em elevar as tarifas de importação dos produtos chineses  em 145%.            Na briga tarifária, de importações, das duas maiores economias do mundo, dentre elas, os Estados Unidos, a China, a Alemanha, o Japão, a Índia, o Reino Unido e a França, informalmente, denominado de G7, podemos afirmar sem o menor temor de erro de que a "briga tarifária" entre os países do grupo, é uma questão de ampliação das suas zonas de influências, entre os americanos e chineses.                 O "pano de fundo", sem se explicitar é uma ...

A foto do Brasil, lá fora !

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  Após o anúncio da suspensão temporária da aplicação das novas tarifas de importação por 90 dias, o mercado financeiro global, reage, pelo menos por ora, positivamente, recuperando as perdas da véspera.   Para o presidente Donald Trump, foi para atender aos reclamos dos grandes empresários americanos, pela "precipitação" das medidas tomadas sobre o aumento das tarifas, do que pelo conteúdo das medidas.                O presidente americano não recuou na sua intenção em impor tarifa de 125% aos produtos importados da China, cuja reação na véspera, dos chineses em ampliar a tarifa de importação dos produtos americanos em 84%.    Pela última medida anunciada, a de medidas serem implementadas em 90 dias, os demais países, incluindo a União Europeia, em 10%, as últimas tarifas anunciadas.     Nestes demais países está incluído o Brasil.             Embora, a implementação das m...

Dólar rompendo R$ 6

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  As autoridades brasileiras se pronunciaram sobre a elevação de tarifas para os produtos importados do mundo todo, a começar com os produtos provenientes da China que teve elevação de 104%, a maior dentre todos países do globo.   Para o Brasil coube a tarifa de 10%, a mínima dentre a lista global.   As novas tarifas entram em vigor a partir de 0 hora desta quarta-feira, dia 9.  Segundo o presidente Trump, a elevação da tarifa de importação, tira a desvantagem de produtos produzidos no solo americano, tirando o emprego dos trabalhadores americanos.             Feito as considerações iniciais, o Governo brasileiro, pronunciou-se à respeito da tarifa de 10% sobre os produtos importados do Brasil.   O Presidente Lula, mostrando "pouca importância" sobre tarifa adicional de 10%, argumentou que o País está preparado com a robusta "reserva cambial", equiparando a novas tarifas como se fossem "impostos" a serem pagos pe...

O efeito dominó ... na economia global

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  O cenário econômico internacional está, "aparentemente", mais calmo.   Os principais índices de bolsas ao redor do mundo, está em ligeira recuperação, sobretudo pela "imposição" (sic) de tarifas aos níveis daquelas impostas pelo presidente norte-americano, Donald Trump.    Na minha opinião, as medidas anunciadas de "contrapartidas" às tarifas americanas, só ajuda o projeto do presidente Donald Trump.   O presidente americano quer que os produtos importados pelos Estados Unidos se equiparem aos custos de produção dos seus produtos dentro do país, criando "emprego e renda" para o povo americano.    Pela reação dos países em aumentar a tarifa de importação, só ajuda a viabilizar os produtos "Made in USA", que se tornarão competitivos, aquém fronteiras.               O objetivo do presidente Donald Trump é que as indústrias chineses e europeus, em especiais, montem suas fábricas no "solo americano", ao invés d...

O "day after"

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  No sábado, dia 5, afirmei que as medidas protecionistas do presidente americano, Donald Trump, poderia levar o mundo a uma nova crise econômica/ financeira em igual dimensão da "crise hipotecária" dos Estados Unidos, que se espalhou ao redor do mundo, inclusive no Brasil, em 2008.              Pois, o mercado financeiro global, amanheceu nesta segunda, dia 7, no extremo oriente onde o dia começa 12 horas antes, em Tóquio e um pouco menos em Shangai e Hong Kong, abriram com "expressiva" queda.  E, esta hora, em que estou escrevendo este comentário, as principais bolsas de valores da Europa, abriu em queda, acompanhando o mercado asiático.    Para o mercado financeiro tudo é motivo para "baixa" ou "alta", conforme o sabor das interpretações dos analistas financeiros de plantões.               As últimas medidas anunciadas pelo presidente americano, Donald Trump, assustou até mesmo o Dow Street...

Ní hao má ?

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  O mundo foi pego de surpresa pelo anúncio de novas tarifas impostas aos produtos importados pelos Estados Unidos e até o momento, hoje, domingo, dia 6, não há nenhum anúncio oficial dos países afetados, a não ser a China que vai adotar tarifa recíproca de 34% aos produtos importados dos Estados Unidos.   A grande imprensa da Europa noticia que os países, em sua maioria, membros da União Europeia, estudam medidas a serem implementadas para compensar as recentes medidas dos Estados Unidos.              Enquanto o tempo corre contra o País, o Presidente Lula e a sua equipe econômica, "não sabe exatamente" o efeito da medida restritiva e "tão pouco sabe" quais medidas retaliativas a serem tomadas para tentar equilibrar àquelas anunciadas pelo presidente Trump, em 10% sobre os produtos importados do Brasil.   O ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, fez "vazar" à imprensa brasileira, que, nos bastidores, fez esforço p...