Presidente Lula & JBS

 


Joesley Batista é o nome da figura do topo, dono, junto com o irmão, Wesley Batista, do grupo GBS do setor de carnes, que foi, também, o principal financiador da reeleição do Presidente Lula, PT, ao posto de Presidente da República nas últimas eleições, em que o atual Presidente da República garantiu a sua reeleição.     A grande imprensa dá destaque de que o Presidente Lula, PT, se reuniu com o empresário logo após o conhecimento do resultado das eleições em segundo turno, no último dia 25.   Nada mais justo reunir-se com o principal financiador da campanha no momento de comemorações.

              Os irmãos Batistas, hoje dono de império de empresas que vão desde o setor de carnes, onde iniciou a vida empresarial, tendo a sua origem em Anápolis, Goiás, pelo pai José Batista Sobrinho, num pequeno açougue chamado Casa de Carnes Mineira.    A ascensão do grupo JBS no cenário nacional está acima da média de qualquer outro grupo econômico brasileiro.    Os primeiros passos do grupo foi impulsionado pelo ex-ministro da Economia, Henrique Meirelles, hoje afastado do conglomerado empresarial.    O grupo JBS atua não só no setor de alimentos, mas também, fortemente, no setor de energia.   

               Segundo a grande imprensa, foi o Joesley Batista é quem "costurou" o primeiro encontro entre o Presidente Lula e o presidente Trump, na Casa Branca.     Explica-se, o grupo JBS é um dos maiores fornecedores de carnes nos Estados Unidos, criando "zona de conflito" nos últimos tempos com o presidente Trump, por estarem, politicamente, nos campos opostos.    

          Por outro lado, o presidente Trump não abre mão da sua relação de amizade com o ex-presidente Jair Bolsonaro e se externa contrário ao tratamento dado ao ex-presidente brasileiro, em "prisão domiciliar", com estado de saúde precária, que requer constante intervenção médica.   Podemos afirmar que o presidente Trump, atualmente, está no "campo oposto" ao do Presidente Lula, PT.   O último episódio foi o apoio dado pela CIA, inteligência americana, na fuga do senador Flávio Bolsonaro, PL, aos Estados Unidos.   

 

            Essa relação próxima dos irmãos Batistas com o Presidente Lula, no primeiro momento, teve grande valor na aproximação entre ambos países.     Já, não se pode dizer o mesmo, no momento que vivemos, sobretudo após o resultado das eleições do último dia 25, que suscitou a dúvida na vitória do Presidente Lula, PT, que só veio a confirmar a vitória, na "prorrogação" de duas horas ao tempo normal, onde as urnas eletrônicas foram fechadas e apontava a vitória do senador Flávio Bolsonaro, PL.   Ao que tudo indica, houve manipulação no resultado, na prorrogação, feito manualmente.   Isto é minha ilação. 


            A dúvida que paira no ar, é sobre uma eventual medida que o presidente Trump venha tomar em relação ao Presidente Lula, PT, que poderá ser semelhante àquela adotada para com o ditador venezuelano, Nicolás Maduro.    Em tempo:  A sede do grupo JBS é na Irlanda do Norte, um paraíso fiscal com governo estável há longo tempo, por prevenção.   


            Saka Sakamori

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