A força do petróleo
As notícias internacionais dão conta de que a esperteza dos brasileiros, sobretudo o PT e os empresários ligados ao Governo federal, como os irmãos Batista e as pessoas envolvidas com o Banco Master, vão se dar mal. A Venezuela, do Nicolas Maduro, estava funcionando como uma espécie de "Paraíso fiscal" do "dinheiro sujo", sobretudo daqueles que "transitavam" no meio empresarial ligado ao Presidente Lula. Especula-se que o "Caixa 2" da Campanha do Presidente Lula para reeleições deste ano, estaria "todo" ou "quase tudo" baseado em recursos Caixa 2 depositado em Caracas.
Ontem, presidente Trump afirmou que as vendas do petróleo venezuelano deverão ser feito integralmente para os Estados Unidos e o resultado será todo compensado com as compras dos produtos de "origem americana". Para se ter ideia, a produção venezuelana de petróleo está ao redor de 700 mil barris/dia, enquanto a produção de petróleo na década de 1970 teve pico de 3,7 milhões de barris. Com a intervenção americana deve retomar a produção do petróleo das décadas passadas, em curtíssimo prazo. Presidente Trump precisa do dinheiro do petróleo para investir na própria Venezuela. Ele já afirmou que não vai usar recursos do Tesouro americano. A retomada da produção do petróleo venezuelano já faz sentir no mercado de petróleo, apresentando ligeira queda no preço internacional.
O maior prejudicado, no primeiro plano, é o Brasil, que tem fortes ou tinha fortes ligações financeiras e comerciais com a Venezuela, dos governos Hugo Chaves e Nicolas Maduro. O Presidente Lula e o PT, perdeu a principal fonte de financiamento "Caixa 2" da campanha do Presidente Lula e seus aliados. Pode ser que a campanha eleitoral deste ano, retome o "equilíbrio financeiro" entre a situação e a oposição. Vamos ver o desdobramento do "efeito Maduro" e somado ao do "efeito Banco Master" nas próximas eleições. Pelo menos, em "termos financeiros" deverão haver um "relativo" equilíbrio entre os candidatos postulantes.
Ossami Sakamori

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