A posse do Presidente Lula ainda é incerta

 


Bom domingo para todos!  Eu continuo de "castigo" sem poder fazer saídas mais prolongadas por conta da saúde em recuperação.    Assim, tenho tempo de sobra para acompanhar os noticiários internacionais no BBC de Londres e no CNN americana.   Acompanho, em especial, mercado financeiro e principais notícias dos Estados Unidos e do mundo.   

           O preâmbulo é para justificar a postagem sobre a fala pontual do presidente Trump por ocasião da chegada do senador Flávio Bolsonaro, PL, em Miami.   O primeiro ponto é que o presidente Trump foi dar "boas vindas" no aeroporto daquela cidade, pessoalmente, embora ele tenha uma belíssima e extensa residência de campo em Flórida.   Não, não foi recepção de um "chefe de Estado", mas, uma demonstração de amizade ao senador e família", via Argentina, com escala em Equador, que aconteceu por ordem "expressa" dele ao CIA, serviço de inteligência dos Estados Unidos.   


            Entre algumas "falas e fotos" de praxe dele com a família do senador Flávio Bolsonaro, PL, o fato foi bastante "exposto" para a grande imprensa, entre ela, a CNN.  Isto foi, exatamente, a "importância" que ele quis dar ao assunto do "resgate" do senador Flávio Bolsonaro, PL.   Lembrando que o "sequestro" foi arquitetado e executado pela CIA, desde Brasília à Miami, o destino final da viagem.    Não sei quais são as implicações, mas, por razões diplomáticos, o senador partiu para o "exílio" do território argentino, passando pelo Equador, país aliado dos Estados Unidos, há algum tempo.


             Disse o presidente Trump, em certa altura das suas falas de que estaria na posse do senador Flávio Bolsonaro, PL, nos primeiros dias de janeiro, conforme data que seria, se fosse "reconhecida" a fraude eleitoral, marcado com "prorrogação" do horário de fechamento das urnas.    Lembrando que os votos computados na prorrogação foram "acrescentados" fora do sistema de votação inserido nas urnas eletrônicas, permitindo variadas interpretações, incluindo uma possível fraude.


            Pelas falas e atitudes do presidente americano, Donald Trump, para ele, o vencedor das eleições presidenciais no Brasil é o senador Flávio Bolsonaro, PL.   O presidente Trump, Republicano, não ligou ao Presidente Lula cumprimentando pelo resultado das eleições, gesto acompanhado pelas principais lideranças do mundo ocidental.    


            No meu entender, as principais lideranças globais, estão acompanhando o gesto do presidente Donald Trump, aguardando o desfecho das eleições brasileiras, em todas instâncias, cabendo ao Judiciário brasileiro manifestar-se sobre a "lisura" do pleito, para convencer ao mundo de que o resultado das eleições, do segundo turno, não teve "mácula", apesar do adiamento por 2 horas, o período de votação, decidido pelo STF na "undécima" hora.    Para complicar ainda mais a situação do Presidente Lula, a oposição ao bloco PT conseguiu uma maioria folgada no Congresso Nacional para o próximo exercício.   


          Por outro lado, o Presidente Lula, PT, sabe exatamente a situação e deixou de comparecer à reunião do G20, onde ele seria o protagonista dentre as nações em desenvolvimento.    O "sequestro" do seu companheiro, Nicolás Maduro, da Venezuela, pela CIA, a inteligência americana, guarda uma certa "semelhança" com  a sua situação atual do País, acompanhada de uma "possível" fraude nas últimas eleições. 


            Com a interferência do presidente Trump nos assuntos domésticos do País, não se pode afirmar que o Presidente Lula, PT, continuará no posto após o término do mandato no dia 31 de dezembro.    É esperado novos desdobramentos ...


             Saka Sakamori        

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Lula e Janja na Coreia do Sul

Uma bolha prestes a explodir

A força do petróleo