Rogério Marinho, o articulador
A figura do topo da página já é conhecido das pessoas que acompanham a política no País. Rogério Marinho é um economista e político, filiado ao PL e é senador da República pelo estado do Rio Grande do Norte, desde 2023. Ele foi ministro do Desenvolvimento Regional de 2020 a 2022, do governo Jair Bolsonaro, PL. Nesta fase da campanha presidencial, onde o senador Flávio Bolsonaro, PL, está ocupando destaque à frente do Presidente Lula, PT, com a vantagem maior do que conquistado no primeiro turno das eleições ocorrido no último dia 4.
Nesses últimos dias, está havendo o apoio dos principais partidos da oposição de hoje, representado pelos líderes do partido como acontece com o PSD, do Ronaldo Caiado, que declarou apoio do seu Partido ao candidato da oposição, oficialmente. Na véspera, já contava com o apoio dos Republicanos, governador Tarcísio de Freitas do Estado de São Paulo. O PL já tinha conquistado o apoio dos chefes do Executivo recém eleito nos estados do Sul como o de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Ontem, o TSE confirmou a vitória do Douglas Rua, PL, ainda no primeiro turno, com uma pequena margem, no estado de Rio de Janeiro. O Presidente Lula, PT, marcou posições importantes no Nordeste, como Bahia, deixando na dúvida o apoio da governadora Raquel Lyra do PSD, que desde primeiro momento adotou posição de neutralidade em relação ao Presidente Lula, PT.
Não vou esgotar o assunto, porque a minha área não é "política partidária". Porém, a "política econômica" guarda estreita relação com a "política partidária". Ontem, fiz referência do provável nome do ministro da Fazenda do eventual governo Flávio Bolsonaro, PL, do principal executivo no Brasil do Banco Crédit Suisse, o executivo Marcelo Kayyath .
Durante a campanha do Segundo turno das eleições, que ocorrerá no dia 25, os principais nomes de um eventual Governo do Flávio Bolsonaro, PL, terão os nomes confirmados, sobretudo pela "necessidade" de uma "coligação de partidos" para derrotar o Presidente Lula, PT, que, cada dia que passa, fica "isolado" dos partidos de sustentação do atual Governo. Faltou ao PT, humildade para "coligar" com os partidos de sustentação, que conta hoje com o apoio do PDT.
Os próximos capítulos da "política brasileira", eu imagino que serão os apoios de partidos da "oposição de hoje" ao Presidente Lula, em torno do candidato Flávio Bolsonaro, PL, em função do impedimento da candidatura do Jair Bolsonaro, PL, em "prisão domiciliar". Lembrei-me do Nelson Mandela na África do Sul, que detinha liderança, mesmo dentro do cárcere na África do Sul. O efeito será semelhante no Brasil, eu creio que será "devastador" no próximo dia 25, segundo turno das eleições.
Saka Sakamori
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