O Ibovespa é efeito da eleição presidencial

 

O índice Ibovespa que indica o desempenho das ações negociadas no Bovespa bateu número recorde no fechamento do pregão de sexta-feira, véspera de um final de semana prolongado.    O índice registrou 209.066, um número histórico, marcado acima de 200 mil pontos.    O número é "simbólico", porque não se leva em conta a inflação do período precedente, mas, para os investidores especulativo tem um significado importante.     É como se fosse a quebra de um "paradigma" dentre os investidores especulativos, sobretudo.    Na economia real do País, em nada mudou, infelizmente, aguardando o resultado das eleições em segundo turno.   


               A "economia real" representado pelos empresários de grande porte da Faria Lima  tem uma "dinâmica" um pouco diferente, embora, na substância, seguem na mesma direção.   Os grandes conglomerados empresariais compostos por todos os setores da atividade econômica do País, esperam uma "política econômica" consistente, com diretrizes de "médio e longo prazo" e "metas objetivas" a serem alcançados.    


            O mercado financeiro, trabalha com o fluxo de capitais especulativos que "migram" de um ponto do planeta a outros pontos, conforme a "rentabilidade" dos seus investimentos financeiros, de curto, médio e longo prazo.     Uma grande parte destes fluxos financeiros vem do dinheiro da Tesouraria dos governos, dos Fundos de pensões e de grandes grupos econômicos ao redor do mundo.   Sobretudo estes últimos investidores procuram "rentabilizar ao máximo" os seus recursos financeiros, uma grande parte dos "pensionistas".   


          Pela movimentação financeira dos últimos dias, no mercado de capitais, sobretudo com a entrada de recursos estrangeiros, tendo em vista o resultado do primeiro turno das eleições, onde saiu na frente o candidato da oposição, Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal, cuja política econômica seguirá, assim eu espero, o padrão das maiores economias do planeta, entre os quais os Estados Unidos da América.  


           Pela amostra da movimentação dos recursos no B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, é de concluir que, saindo vencedor o candidato da oposição, senador Flávio Bolsonaro, PL, haverá "fluxo financeiro" extraordinárias no mercado de capitais e de investidores institucionais procurando  participações em empresas sediadas no País, sejam de capital estrangeiras ou brasileiras.    


            O mercado financeiro e os investidores institucionais nacionais e estrangeiras, estão apostando no "performance" demonstrado pelo candidato da oposição, Flávio Bolsonaro, PL, no primeiro turno das eleições.   Independente da posição "ideológica", para o bem do País, espero a vitória do  senador Flávio Bolsonaro, PL, no próximo dia 25 ao posto máximo da República.     Caso contrário, continuaremos navegando no oceano, sem vento e sem rumo.


PS: Divulgada nesse sábado, 10, a pesquisa Ipespe apresenta Flávio Bolsonaro, PL, com 52,7% dos votos válidos e Presidente Lula, PT, com 47,3%. Nesse cálculo, são excluídos os votos em branco e nulos, diferença de 5,4% a favor do candidato da oposição.


            Saka Sakamori


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