O futuro do Ibovespa
O resultado do primeiro turno das eleições para escolha do Presidente da República, colocando o senador Flávio Bolsonaro, PL à frente do atual Presidente Lula da Silva, PT, refletiu nas cotações das principais ações negociadas no B3, a Bolsa de Valores do País. O índice ultrapassou a marca histórica de 200 mil pontos. Para o leigo entender, o índice alcançado foi pela primeira vez, "sem descontar" a inflação do período abrangido, é uma marca "psicológica" do que o "real desempenho" das Companhias listadas na Bolsa de Valores de São Paulo, que é a única referência no País, tal qual a Bolsa de Nova York para os americanos, onde negociam as ações de principais Companhias dos Estados Unidos. Explica-se: A economia do País vem passando por um período bastante crítico, sem uma "política econômica" que oriente os investidores produtivos, privados ou estatais.
A euforia do "mercado de ações", refletida no principal indicador, o Índice Ibovespa , mostra o entusiasmo pelo resultado do Primeiro turno das eleições, onde aponta a dianteira do candidato Flávio Bolsonaro, PL, confrontando com o candidato à reeleição, Lula da Silva, PT. Explica-se: O mercado financeiro, entende que a atual administração federal é considerada como "estatizante", com "forte interferência" do Estado na economia, como que acontece nos países de regimes socialistas. Os investidores privados preferem, "de longe", uma "economia liberal", onde as competições são livres e permanecem no mercado somente as empresas ou companhias competentes, sejam elas estatais ou privadas.
A cada situação que consolida a posição política do candidato Flávio Bolsonaro, PL, na disputa ao posto de Presidente da República, que encerrou o primeiro turno na dianteira do atual Presidente da República, Lula da Silva, PT, com pequena margem, porém, não alcançando a maioria absoluta, que são 50% + 1 voto, exigindo o "segundo turno" no próximo dia 25.
Até o resultado oficial das eleições presidenciais no próximo dia 25, o mercado acionário, representado pelo Ibovespa, estará oscilando ao "sabor das especulações" e dos acordos que são costurados em torno do candidato Flávio Bolsonaro, PL, já que no Congresso Nacional, os atuais partidos da oposição, sobretudo o PL, conquistaram número de cadeiras que assegura uma ampla maioria da "base do Governo" no Congresso Nacional, se confirmar a atual tendência.
Exposto isso, com as ressalvas necessárias, o mercado de ações, continuará na trajetória de alta, com ajustes pontuais, até consolidar a eleição do Flávio Bolsonaro, PL, no posto de Presidente da República de todos brasileiros. O mercado acionário, é necessário lembrar, de que está atrelado à conjuntura política e econômica do momento, sobretudo nas relações Estados Unidos e China, as duas maiores potências econômicas do planeta. O Brasil, continuará sendo "quintal" de uma delas ou de ambas. Sem contar com os "fatores externos" não previsíveis, no momento.
Enfim, o momento é agora! Boa sorte nos investimentos pessoais!
Saka Sakamori

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