Momentos de turbulências

 

Hoje, vou postar minha opinião completamente diferente da grande maioria da imprensa brasileira sobre a situação "política" do País.   As redes sociais "antecipam" os novos "desdobramentos" do resultado das eleições realizadas no segundo turno no dia 25, último domingo do mês.  


          Ganha força nas redes sociais, a "anulação parcial" do resultado das eleições, desprezando os votos da "prorrogação" concedida pelo ministro Cristiano Zanin do STF, indicado do Presidente Lula "passando por cima" da autoridade do ministro do STF, Cássio Nunes, presidente do Superior Tribunal Eleitoral.    A principal denúncia é de que as máquinas de digitação dos números de candidatos estavam programadas para ter encerramento exatamente às 17:00 horas e os relatórios foram enviados para o central de totalização, automaticamente.    Às 17 horas, o ministro Alexandre Moraes, prorrogou o prazo de encerramento para às 19 horas, o que imaginamos que os votos exercidos após o prazo final do "software" teriam sido inserido no mapa "à posteriori", "manualmente" aos números "mapeados" pelas máquinas de votação.     Ao que parece, os votos adicionais após 17 horas, foram inseridos nos mapas da região nordeste ou especificamente nas urnas da região nordeste.    Isto é que o corre nas redes sociais com bastante intensidade.   


           Há informações, também, nas redes sociais, de que a "inteligência americana" estava monitorando as movimentações narradas acima.    Isto, também, justifica o "sequestro" do senador Flávio Bolsonaro, PL, pelo CIA, diante da iminência de "prisão" que estava para acontecer, com a ordem do ministro Alexandre Moraes do STF, numa interferência "política" bastante explícita.      Presidente Trump correu na frente e "sequestrou" o senador Flávio Bolsonaro, candidato derrotado, via território argentino, para "descaracterizar" o sequestro no território brasileiro.    Qualquer coisa, o Governo brasileiro, em querendo, deverá apresentar queixas ao Governo argentino. 


             Não se sabe qual será as "novas investidas" do presidente americano, se "vai parar nisso mesmo" ou tomará atitude semelhantes àquela tomada contra o Nicolas Maduro, em circunstâncias semelhantes ao do Brasil na Venezuela.    Pelo que conhecemos do Presidente Trump, com certeza, não se restringirá ao "sequestro" do Flávio Bolsonaro, PL, "candidato derrotado" nas urnas.   


            A minha opinião é de que "cada um pague as suas contas" e que prevaleça a "vontade popular" demonstrada nas urnas, encerradas exatamente, às 17 horas, como programado no "software" inserido em cada urna eletrônica, desprezando quaisquer votos acrescidos manualmente, que deu ao atual Presidente como vencedor do pleito do último dia 25.   


                Diante da situação narrada acima, o índice B3, das ações da Bolsa dos Valores deverão afundar abaixo de 170 mil pontos e o dólar americano deverá ultrapassar R$ 6, no curto prazo.   isto é a minha posição às 7:45 hs da manhã do dia 30 de outubro.     Cada um faz o que quiser com  o seu dinheiro, mas, eu vou ficar na "posição de vendido", até os novos desdobramento, que não virá no "curto prazo".


          Esclareço ainda que não sou profissional do mercado financeiro e nem tão pouco investidor financeiro de expressão.  Enfim, estou no "mesmo barco" de vocês.   Aconselhem-se com os profissionais da área.  O momento indica "turbulência" na área política com reflexo no mercado financeiro.


               Saka Sakamori 

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