Lá vem alta do diesel, depois das eleições !

 

Hoje é dia 4 de outubro, dia das eleições gerais no País.  Na maior parte do País, o tempo está nublado e com chuvas esparsas, tal qual "clima eleitoral" dentre os principais candidatos ao cargo de Presidente da República de todos nós.   Que vença o melhor ou aquele que conseguiu "transmitir" melhor a mensagem para a grande massa de população, constituído de classe de "baixa renda".    


           O principal candidato, o atual Presidente Lula, PT, vem usando como a "bandeira da campanha" a melhor distribuição da renda, o que não conseguiu nesses últimos 25 anos no poder.  A promessa é que "desta vez" vai conseguir.  No meu entender, o candidato da oposição, senador Flávio Bolsonaro, PL, não conseguiu apresentar uma "alternativa de renda" para a classe de poder aquisitivo baixo, a maioria da população.   O fato concreto é que houve erro de "marketing político", imperdoável, do candidato da oposição, a quem me alinho, no campo da "política econômica", não explorada como deveria ser.    Erro sistemático de "marketing político", do candidato Flávio Bolsonaro, PL.      

              Enfim, daqui a pouco, agora marcando 7:57 h, irei colocar a minha opção nas urnas, enfrentando a persistente "chuva".   Enquanto, isso, há um "fato novo" no mercado internacional de petróleo.    A última novidade é que o presidente russo, Vladimir Putin, impôs veto às exportações de "diesel" no mercado mundial a partir do mês de junho e que vem sendo renovado sistematicamente.     Com a posição russa, os Estados Unidos ocuparam a posição russa, com 74% do mercado de diesel no mês de agosto, mês em que os americanos não viu uma gota de petróleo russo.    Donald Trump está rindo à toa, aproveitando da situação criada pelo Putin. 


            No período citado, desde junho, o Governo Lula, calcula que tenha importado cerca de R$ 99 bilhões em valores ajustados do diesel russo, isto porque o País não adotou as proibições impostas pelos americanos.         Segundo o jornal britânico, Financial Times, a empresa 2Rivers está no "centro" do esquema bilionário de "distribuição irregular" do produto russo, fora do cartel.   A empresa nega qualquer participação nas ilegalidades.     Ainda o jornal britânico, uma operadora brasileira ligada à 2Rivers, foi incluída em um pacote de sanções britânicas no começo deste ano.     Alega o jornal britânico, que a frota brasileira tenha usado outras bandeiras.   No final das contas, o grupo brasileiro, a Dia 33, controlado pelo russo Igor Soglaev, todo o "lucro do diesel do Putin", que seria dividido entre os sócios da "joint venture".   


            Como tudo ou quase tudo que acontece no Brasil, a Petrobras, operadora única de "distribuição e comercialização de petróleo" no Brasil, não tem movimentação de combustíveis no território nacional que a Petrobras, a estatal brasileira, não venha tomar conhecimento.     Em breve, o assunto virá ao público brasileiro, sobretudo com as denúncias do presidente americano, Donald Trump, sobre a "manipulação do petróleo russo" pelos especuladores aqui identificados.    Infelizmente, o Brasil do Presidente Lula, PT, sempre, corre atrás do prejuízo.    Haverá alta de diesel no mercado brasileiro, em breve!    Certamente, depois das eleições !


              Saka Sakamori

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