Eleições 2026
Estamos entrando na reta final da campanha eleitoral para o posto de Presidente da República, de todos nós, brasileiros, eleitores, capazes para decidir o "futuro" do País, de importância geopolítica do planeta. Cabe a cada um de nós, dentro do seu círculo de amizade e de convivência, tentar ao menos "conscientizar" os eleitores dos nossos círculos, a exercer o seu "direito de escolha" dentre os candidatos a ocupar o topo da pirâmide "geopolítica brasileira".
Para quem tem a mínima noção da importância do cargo, brasileiros, o "direito" da escolha pelo voto direto e universal, o "melhor homem público", preparado ou não, para exercer a "liderança" do País, para o próximo quadriênio, que poderá ou não levar o País de 8,5 milhões de km2 e 224 milhões de habitantes a ocupar, ao menos, um dos postos mais importantes do planeta. O País já deveria estar, ao menos, na posição de sentar-se à mesa das "decisões" sobre o futuro do mundo, de hoje e de amanhã. Mas, infelizmente, o Brasil está na situação de "mendigar" um assento nas mesas de decisões importantes sobre o futuro do planeta. Não seria nada ousado dizer que o País deveria estar ocupando a mesa do G7, as sete maiores economia do planeta, junto com os minúsculos países como a Itália e o Japão, sem citar demais membros do grupo de "países avançados". Em algum momento da história mundial, o Brasil "perdeu o passo" para estar dentre as lideranças globais.
Infelizmente, o Brasil está a disputar a situação em "qual quintal" deve participar. Nem ao menos, o País é líder da América Latina, sendo maior em extensão territorial e em posição do PIB em relação aos demais países latino-americanos. Dentro do contexto narrado que cabe a cada um de nós exercer o direito de voto para a escolha do Presidente da República de todos brasileiros, infelizmente, pelo menos pior.
Pela minha convicção da teoria macroeconômica liberal, a do professor Milton Friedman, a de menor intervenção do Estado na economia, sou pelo candidato do Partido Liberal e contra o candidato do Partido dos Trabalhadores, com pensamento pregado no final do século passado, estimulado que foi pela Igreja Católica do Dom Evaristo Arns (1921-2016), com a sua comunidade eclesiásticas de base, donde originou o PT do Presidente Lula, que disputa a sua própria reeleição.
Espero que no próximo dia 4, dia de "eleição" para escolha do Presidente da República, faça a sua escolha "longe de paixões políticas", com vistas a um lugar privilegiado no Globo terrestre, onde o Brasil deveria estar, ao invés de ficar "mendigando um lugar no quintal" de um deles. O fato concreto é que o Brasil tem potencial de ocupar uma das vagas no G7, o grupo de países mais influentes do Mundo ao invés de ficar discutindo a "paternidade" das "bolsas" de toda natureza, sinal de "desacertos" das "políticas fiscais" e ausência total de uma "política econômica" pelos governos de plantões .
Pelas convicções sobre a teoria macroeconômica moderna do Milton Friedman, já testada em maiores economias do planeta, o meu voto vai para o candidato da oposição, do Partido Liberal. No entanto, respeito convicção de cada um, dentro do preceito democrático adotado pelo País.
Saka Sakamori
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