Brasil não pode errar novamente !

 

Devo dizer, antes de qualquer argumento técnico, que o Brasil, o meu, é um País com potencial para dar tudo certo, no entanto, vive muito atrapalhado, sobretudo pela ausência de "políticas macroeconômicas" deixados de serem implementadas pelos sucessivos "governos de plantões", seja de tendência ideológica da "esquerda" ou da "direita".      Até, nem sei donde veio essa denominação de "esquerda" e de "direita", que parece ter sido copiada, a denominação, dos velhos tempos, onde dominavam os "socialistas" e os "liberais".     Hoje, os países mais avançadas do planeta são países socialistas, como a Noruega, Suécia e Dinamarca, onde a carga tributária é semelhante ao do Brasil.    A diferença do nosso País e dos países socialistas é a diferença na "qualidade da vida", pelos serviços prestados pelos governos daqueles países.      


            Seja como for, mesmo sem nenhuma convicção de quem está utilizando os termos, esquerda e direita, no final das contas, os termos tem sido meros "rótulos", no caso brasileiro, do que pelas "convicções ideológicas".    O que realmente existe é um "amontoado de ideias", que parecem indicar a "classe trabalhadora" e outra indicando a "classe patronal", cada classe  com os seus próprios "escaninhos".   Dentro do conceito amplo da "macroeconomia" não há distinção de classes políticas.      O que há é uma classe "patronal" dos "patrões" do velho tempo da escravatura e a classe "trabalhadora" dos modernos tempos da escala 5 x 2, como se os "empreendedores de riscos" vivessem só de "iates cercado de  mulheres bonitas", regado pelo uísque The Macallan, sem desmerecer os bravos empreendedores brasileiros, de batalham de sol a sol.    Ao que parece o Daniel Vorcaro, dono do Banco Master é o estereotipo da tal figura imaginado pela sociedade em geral.   Há muitos seguidores dos costumes, os mais idiotas possíveis como voar em "aeronaves próprios" e que apinham as rodas sociais que sustentam a Capital federal.  


            Não, não é assim que constitui a sociedade brasileira!   O que sustenta o País é a classe produtiva de todos os setores da economia, de um simples boteco da esquina às poderosas indústrias como a Usiminas, a Siderúrgica Gerdau e a indústria de aerogeradores como a Weg.   Faltam espaços para citar as importantes indústrias de base que sustentam a cadeia produtiva do País.   Sem, ainda, contar com a cadeia de produção do "agronegócio", que criam empregos e rendas e que trazem progresso ao País.    O setor produtivo é que "sustenta" a classe política, com representação na capital federal, Brasília e não o contrário.   Grosso modo, o setor público, nos três níveis de representação, consomem cerca de 50% do PIB, gerado pelo setor produtivo brasileiro.   


            Os atuais candidatos ao cargo de Presidente da República, enumeram os serviços públicos essenciais que visam atender a população, como educação, saúde pública e segurança pública, que nada mais são do que a obrigação.    Somados despesas do Governo em 3 níveis, nacional, estadual e municipal, representam grosso modo 50% do PIB - Produto Interno Bruto.   É fácil de concluir que a maioria da população, cerca de 224 milhões de habitantes, sustenta a "seleta e pouco útil" classe política espalhado pelo País, sobretudo na Capital Federal, Brasília.    Espero que quem esteja lendo esta matéria seja um dos que esteja "torcendo" para o "progresso do País".    Fiquei muito triste, hoje, em ouvir "desabafo" de uma grande empreiteira que serviu ao País, no passado Governo Lula, PT.    Como pode um País permitir que um político que deixou marcas profundas de "desgoverno e corrupção" permita ser, mais uma vez, candidato à Presidência da República.  


            Saka Sakamori   


                  

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