Bolsa de Valores em alta

Imagem: Infoway


Vou tentar traduzir o movimento do mercado financeiro nessas últimas semanas para a maioria dos leitores deste espaço, não tendo pretensão de ocupar espaço das mídias tradicionais voltadas ao mercado financeiro.   Vocês devem considerar a minha opinião, apenas como suporte, mas, sem ser uma "cartilha" a ser seguido.     Para as minhas posições sobre os investimentos, tenho meus critérios próprios de riscos.          


           O movimento excepcional, após o desempenho do candidato da oposição ao Presidente Lula, PT, do senador Flávio Bolsonaro, PL, que ocupou a dianteira no primeiro turno das Eleições, embora, ainda com a pequena margem, fez com que o "mercado financeiro" ficasse animado com movimento muito forte de "entrada de recursos dos investidores estrangeiros", que aportaram R$ 10,6 bilhões em ações listadas no B3, nessa segunda-feira, dia 5 de outubro.    O número é grande, mas, não é excepcional para o mercado financeiro.   


            Justifica-se, o otimismo do mercado financeiro, pela "chance elevada" de "mudança na política econômica", se é que existe atualmente.    Até este momento, não vejo "sinalizações" pelo otimismo demonstrado pelo mercado financeiro.    Vai depender muito de quem seja o condutor da "política econômica" do eventual governo Flávio Bolsonaro, PL.    O mercado financeiro aposta no nome do Adolfo Sashida para o comando da Fazenda.    


        O que anima os investidores estrangeiros, sobretudo, é a composição do Congresso Nacional predominantemente à direita, marcando o "reforço" ao candidato Flávio Bolsonaro, PL, da direita.    O mercado financeiro, para quem não conhece, "tem pavor"  da ideologia de esquerda, onde predomina economia "controlada" pelo Governo de plantão.   Com a nova perspectiva, a da vitória do Flávio Bolsonaro, PL, reacendeu as "apostas" em um "novo ciclo de entrada de recursos estrangeiros no mercado de ações brasileiro.  


          E, ainda, para reforçar o "otimismo", algumas instituições financeiras, sobretudo as estrangeiras, consideram que o movimento observado nessa semana poderá ser "apenas o início de uma onda muito mais forte de destinação de recursos nos "papeis" dos ativos locais.     Para quem não conhece o mercado financeiro, os investidores institucionais como os Fundos de Pensões do País e do estrangeiro, procuram ativos que deem maior rentabilidade aos seus beneficiários.  


            Ultrapassado o limite psicológico de 120 mil pontos, os investidores deverão "buscar" novos patamares de valorização dos ativos brasileiros.    No primeiro momento, estes recursos não irão diretamente para o setor produtivo brasileiro.    Os recursos estrangeiros citados aqui, assim como "estão entrando" no País, conforme o resultado das eleições, poderão retornar às suas origens.   


            Atuando como comentarista da macroeconomia, considero que uma eventual vitória do Flávio Bolsonaro, PL, no próximo dia 25, o Brasil experimentará um novo "ciclo de desenvolvimento do País",  coincidindo com a "aposta do mercado financeiro brasileiro".   Há que estar atento ao movimento global, com "conflitos mal resolvidos" ao redor do mundo.   Seja como for, a minha aposta é ainda pela "alta do índice B3" da Bolsa de Valores do País e dólar ao entorno de R$ 5.        


             Saka Sakamori

Comentários

  1. Estou apostando no otimismo do mercado financeiro, pela "chance elevada" de "mudança na política econômica, pois tbm acredito em um novo "ciclo de desenvolvimento do País",

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