O Al Capone brasileiro



A última polêmica criada foi pela Roberta Luchsinger,  lobista que transitava na esfera do Poder Executivo, mais precisamente, junto ao Presidente Lula, PT, no Palácio do Planalto, até ser chamada de "pilantra" pelo Presidente da República.    A lobista é investigada pela Polícia Federal por suspeita de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e envolvimento em esquema no INSS e no mais recente e polêmica fuga do Lulinha, filho do Presidente da República à capital da Espanha, Madrid. 


     A "pilantra" do Presidente Lula, PT, denunciou o envolvimento do Lulinha, filho do Presidente da República, em ter "articulado" a construção do túnel que liga Santos ao Guarujá, uma obra que custou ao Governo Federal, cerca de R$ 2,6 bilhões, num projeto de Parceria Público-Privado.  


            A polêmica veio com a acusações feitas pela lobista sobre o "envolvimento" do Fábio Luís Lula da Silva, o mesmo do zoológico de São Paulo, de ter feito um acerto com o Amauri Rodrigues Pinha, presidente do Conselho da Construtora Mota-Engil Brasil.   Embora não haja registro ou comprovação do ilícito cometido, por motivo óbvio, de que o Lulinha, filho do Presidente Lula, PT, tenha atuado na concessão da obra para a construtora portuguesa, cujo principal executivo era vizinho do Lulinha, que teria desembolsado R$ 40 milhões, pelo serviços junto ao Palácio do Planalto.  


              Coincidência ou não, o Lulinha mudou o seu domicílio para Madrid, num luxuoso conjunto residencial, sob orientação do lobista designada como "pilantra" pelo Presidente Lula, apesar de afirmar que não a conhecia pessoalmente.     A última referência da lobista com é de o "moleque" (sic),  Presidente Lula, PT, já teria mandado Polícia Federal fazer devassa na residência da "lobista", em total "confronto" com a "pilantra" que dá "guarida" ao seu filho Lulinha aos recentes episódios.   


           Ao meu ver, Brasília virou um verdadeiro cidade de "Chicago" dos tempos do lendário "Al Capone", dos Estados Unidos, em versão "piorada".    O nosso Al Capone é um analfabeto funcional, tão perverso quanto ao "gangster" americano, sob o manto de Presidente da República, despachando do Palácio do Planalto, protegido pelas leis vigentes, com estrutura e mordomia paga pelos contribuintes brasileiros.  


              Saka Sakamori      

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