Os campos ideológicos no Brasil
O tradicional meio de comunicação do País, a Folha de São Paulo, apresentou análise comportamental dos brasileiros quanto ao espectro de ideologia. Entre as conclusões das pesquisas, feitas 71% afirmam que o governo deve ser o maior responsável por "investir no país" e fazer a economia crescer. Embora, a realidade dos fatos não são exatamente isso que acontece, sob o ponto de vista da economia ou macroeconomia, no entanto, sinto que a tendência apresentada pela Folha corresponde a realidade brasileira.
Ainda sobre a pesquisa apresentada pela Folha, entre os homens, 50% são considerados de direita e 33% são consideradas de esquerda. Entre as mulheres, segundo a pesquisa, entre as mulheres 44% se consideram de esquerda e 37% de direita. Grosso modo, a maioria dos homens é de direita e maioria das mulheres é de direita. Não levem o assunto ao "pé da letra" e provocar desavenças na família. O voto é secreto e universal, a não ser que haja manipulação de dados na totalização dos votos pelo TRE e é onde reside a "desconfiança" de todas correntes políticas.
No eixo comportamental, 61% dos considerados da direita são evangélicos e 52% dos católicos à esquerda. No espectro da economia, a direita reúne 39% e a esquerda reúne 47%. Donde se conclui que, grosso modo, os evangélicos dominam o campo da direita e os católicos o campo da esquerda. Traduzindo isso para os principais candidatos ao posto de Presidente da República, o candidato da oposição, o Partido Liberal domina o campo evangélico e o candidato da situação, o Partido dos Trabalhadores, representa o campo dos católicos. Com ligeira vantagem numérica nas intensões de votos, o candidato Flávio Bolsonaro, PL, evangélico, da direita, vem apresentando índice ligeiramente superior ao do Lula da Silva, PT, católico, da esquerda.
Se o resultado das pesquisas prevalecessem, não precisaria realizar eleições. No entanto, ressalvada as tendências pela ideologia, as eleições dependem dos "programas do Governo" e dos "performance pessoal" dos candidatos, da situação, oposição e de partido dos meios como PSD, Republicanos e Partido Novo.
Dentro deste aspecto ideológico, nas últimas eleições provinciais na Alemanha, sagrou-se vencedores os candidatos com "ideologia da extrema-direita". Não sou comentarista político, mas a tendência no Velho Mundo, poderá "refletir" no comportamento do eleitorado brasileiro, ao menos, nas entidades representativas do setor produtivo brasileiro, representado pela Faria Lima .
Na data que o Brasil comemora a sua independência, vamos torcer que um dia, o País se torne, efetivamente, independente, social e economicamente dos países como os Estados Unidos, a China ou a União Europeia.
Saka Sakamori

Comentários
Postar um comentário