Os donos do mundo
Com novos tempos, tudo que é visto como sucesso passou ou passa por "paraísos fiscais" como Panamá, que na prática, só existe como "endereços fiscais" em nome dos "sócios ocultos", nativos. Na prática, os numerários ou o dinheiro físico e mercadorias não passam por aqueles países, os paraísos fiscais. Esses paraísos fiscais, mudam de "estações", de tempo em tempo e conforme espécie de transações, passam pelo Panamá, Roterdã, Dubai ou Singapura, de acordo com a conveniência das partes e da ocasião.
Tem uma grande rede de lojas que vendem os produtos ao "preço de banana", competindo em "desigualdade" com as concorrências, porque a maior parte dos "lucros" ficaram nas contas bancárias nos "paraísos fiscais". Esta cadeia de transações estranhas, passam "por conveniência" e "facilidades" oferecidas pelas instituições "fintechs" disfarçadas de instituições financeiras não supervisionadas pelo Banco Central do Brasil. Quem "paga o pato" são estabelecimentos tradicionais, as já conhecidas que já pediram "recuperações judiciais", por não "utilizarem" o caminho das "máfias brasileiras". Esses "mafiosos brasileiros" andam de jatinhos e helicópteros de última geração, portando-se como os "novos ricos", que apareceram do "nada" e hoje são "manipuladores dos políticos e autoridades de plantões".
Da forma como está narrada, algumas figuras notórias da política brasileira, tem contas em "paraísos fiscais" como Panamá, Dubai ou Singapura. As notórias figura políticas do País, tem suas fortunas guardadas no paraíso fiscal, um minúsculo país da Europa, denominado de Principado de Liechtenstein. Isto tudo não é nenhuma novidade para a Faria Lima, tradicional endereço dos mais afortunados do País. Seria o mesmo que ensinar "padre rezar missa".
Saka Sakamori
.jpg)
Comentários
Postar um comentário