Não tem almoço grátis !

 

Impressiona-me muito à véspera das eleições majoritárias em poucos dias, para ser exato, no próximo dia 4 de outubro, no primeiro turno, os principais candidatos ao posto de Presidente da República, para o mandato de 4 anos, à partir do dia 1º dia de janeiro próximo, o setor produtivo brasileiro como a população, está acético, sem nenhuma empolgação, que costuma manifestar nas véspera das eleições.    

              O País se encontra neste momento, como o clima de Curitiba, de hoje, tempo encoberto, frio e chuva fina, típicos de inverno desta parte do Brasil, no campo da política, que vai definir o futuro dirigente do País.   Como o clima desta parte do Brasil, as eleições presidenciais não tem trazido "empolgações", de ambas partes, da situação e oposição.     O Brasil está numa situação da escolha do "menos ruim".   O País, quase sempre, esteve nessa situação do "menos pior", infelizmente.  


            Ambos candidatos, o do atual Presidente da República tentando se reeleger, para o mandato de mais 4 anos, cuja idade, que completaria 85 anos no final do seu novo mandato, se reeleito e do candidato, Flávio Bolsonaro, PL, senador da República pelo estado de Rio de Janeiro, com sofrível currículo, a não ser o fato de ser o filho primogênito do Presidente Jair Bolsonaro, PL, atualmente, cumprindo pena impingida pelo STF pela "tentativa de golpe de Estado", em prisão domiciliar.   


          O candidato da oposição, senador Flávio Bolsonaro, PL, é indicação do Presidente Jair Bolsonaro, PL, no impedimento deste, o lançou e o Partido Liberal aceitou como candidato ao posto de Presidente da República em oposição ao atual Presidente Lula, PT, um "analfabeto funcional", situação assumida por ele próprio.   Como bem lembrou a revista britânica The Times, se reeleito, o Presidente Lula, terminaria o mandato com 85 anos, com a saúde, que já não é tão estável, em consequência de cirurgia que sofreu na articulação da coxa e pela cirurgia que sofreu do princípio de um "derrame cerebral".   


           O País encaminha, nesta véspera de eleição presidencial, com duas incógnitas, que incomoda à própria população: a da saúde do Presidente Lula, PT e da falta de experiência no Executivo do senador Flávio Bolsonaro, PL.   Com muitos anos de vivência, nos meus mais de 8 décadas de vivência, esta situação, a dos candidatos, segue rito peculiar nas véspera da escolha do posto de Presidente da República.   


        As candidaturas postas, até este momento, com viabilidade de chegar ao Poder, não traz nas suas propostas, se que as tem, "da esperança de dias melhores" para a população, tendo o País ter potencialidade de crescimento econômico, ocupando posição de um dos maiores "celeiros" do mundo.    Brasil tem condições que muitos países do Primeiro Mundo não as tem e teria "inveja" pela potencialidade do Brasil chegar junto dos G7, as sete economias desenvolvidas do mundo.  


        Para o Brasil ocupar a posição de "economias desenvolvidas", possui todas condições, que chegam a ser "preocupação" dos países do Primeiro Mundo, a começar pela extensão territorial, de 8,5 milhões de Km2 e 224 milhões de pessoas vivendo e produzindo nela.   O País, infelizmente, não tem tido sorte de ter um Presidentes da República à altura da sua potencialidade humana e econômica.    Infelizmente, não será desta vez, que temos postulantes ao cargo à altura da sua pujança econômica e social.   


             De toda forma, considero-me acolhido dentro da posição política de "ideologia econômica liberal" e  torço para que o Brasil possa "caminhar" sobre o "viés do progresso econômico" e com possibilidade de conquistar ao menos a posição do G7+1 ou G8, não por "esperteza", mas, pelo direito conquistado pelos resultados, que requer muito planejamento e muitas venturas no mundo cada vez mais competitivo.    Concluo: Não tem almoço grátis !


            Saka Sakamori           

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