Não há almoço grátis !
Esta é a última semana da campanha presidencial, em primeiro turno, que acontecerá no próximo dia 4. Fiquei na expectativa de "planos de Governo" para poder avaliar as propostas de cada candidato ao cargo máximo da República Federativa do Brasil, porém, o que se viu até este momento, é o "mesmice" de sempre, recheado de promessas vazias para um País, com tamanha possibilidade e de oportunidade para vir a ocupar um dos mais prósperos e mais desenvolvidos do planeta. Infelizmente, a realidade está muito distante !
O Brasil possui 8,5 milhões de km2, com extensa área de florestas habitadas, de dar inveja e cobiça aos países desenvolvidos, que não tem esse privilégio de tê-las, com exceções do Canadá e da Rússia e países satélites destes. Não há região no Brasil que não tenham vocação agrícola, de norte ao sul, incluindo o nordeste brasileiro, com implantação de tecnologia própria para cada tipo de situação do clima e do solo. Faltam imigrantes japoneses e italianos para fazerem prosperar a região considerada de "extrema pobreza", que vivem de "bolsas e auxílios" de toda natureza, pagos pelos Contribuintes.
Como podemos ver, o Brasil é um país com potencial para ser o "celeiro do mundo", literalmente, mas não é. No entanto, os sucessivos Governos de plantões não enxergam os "próprios umbigos" e são incapazes de propor o "desenvolvimento sustentável" do País, com possibilidades imensas para cada região. Gente para "tocar" isso, o País já demonstrou que tem. O centro oeste e o oeste brasileiro foram desbravados pelo povo obreiro do sul e do sudeste do País. Sem desmerecer o povo do extremo oriente, o Brasil não precisa de "chineses" para "desenvolver" o País. Precisamos, sim, de mineiros, paulistas, paranaenses, catarinenses e de gaúchos para ocuparem os territórios considerados, hoje, inaptos para desenvolver o Brasil.
Falta aos candidatos da "direita" e da "esquerda", "projetos de desenvolvimento econômico e social", senão os vagos "planos do Governo" de ampliar os "auxílios aos mais necessitados". Tendo "pautas importantes" como os dos desenvolvimentos econômicos e sociais, regionais, ficam em discussões estéreis sobre a importância ou não de manter o dia da Nossa Senhora da Aparecida no calendário nacional, importante para os católicos ou sobre a manutenção ou não de apostas "on line", mais conhecidas como apostas "bets" para manutenção dos clubes de futebol, única distração para a empobrecida população brasileira.
Para a população em geral, na sua maioria, o que importa é o "desenvolvimento econômico" do País, que trará o "aumento do poder aquisitivo" da "classe média", emprego e renda para a "classe trabalhadora". O que se vê neste momento no País são as "fábricas fechando", grandes redes comerciais em situação de "insolvência", enquanto a "classe política" disputa vaga para "usufluír" das "benesses" e das "mordomias", expostas nas primeiras páginas da grande imprensa.
Enfim, falta aos candidatos ao cargo de Presidente de República, as "propostas concretas" de desenvolvimento econômico do País, para servirem de "diretrizes" para o "setor produtivo" brasileiro, que afinal, é o que recolhe os impostos e tributos para viabilizar o desenvolvimento econômico social do País. O curioso é que, quem mantém os políticos no poder são os últimos a tomar conhecimento das medidas econômicas emanadas por eles.
Não há almoço grátis !
Saka Sakamori

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