Lula na ONU

 
Edifício Sede da ONU em Nova York

O governo do Presidente Lula, PT, segundo o Orçamento Fiscal de 2027, continuará, se reeleito for, gastando mais do que arrecada.   O aumento referente ao reajuste do Bolsa Família, vai acrescentar mais pressão sobre as contas públicas, já deficitária, um impacto de R$ 22,7 bilhões.   Convenhamos, um número nada expressivo diante do PIB apontando para R$ 10 trilhões.  Eu disse, trilhões !!!


          Explico: O projeto de Orçamento de 2027 foi apresentado pelo Governo com previsão de "déficit primário" de R$45,35 bilhões.  A peça reservava cerca de R$157 bilhões de reais ao Bolsa Família, mas ainda não contemplava o aumento anunciado, que causará impacto de R$ 22,7 bilhões.   


           Antes mesmo do Orçamento fiscal do próximo ano entrar em vigor, a previsão de "déficit primário" sofre "alteração para maior", para atender o projeto de reeleição do Presidente Lula, PT.     A dúvida que fica é se o aumento proposto, "fora do tempo", que deveria ter resolvido no mês de junho, quando da aprovação do Orçamento Fiscal de 2027 pelo Congresso Nacional, é para atender o "projeto político" de "reeleição" do Presidente Lula, PT .    Gastar mais do que pode é a marca do Presidente Lula, PT, de antes e de agora.  


           Enquanto isto, ontem, o Presidente Lula, PT, fez um discurso de abertura na Assembleia Geral da ONU, exaltando o fato de que o Brasil tem envergadura maior do que ser apenas "quintal" do Primeiro Mundo, sem se referir diretamente ao qual país se referia.    Para o público interno do PT, partido do Presidente da República, foi como tentar mostrar a "altivez" do seu presidente, mas, para os países do Primeiro Mundo "soou" como fala de um presidente do Terceiro Mundo, buscando o "holofote" para o seu projeto político pessoal.    Foi-se o tempo em que o Presidente Lula era considerado "o cara" pelo presidente americano, democrata Barack Obama.     Hoje, o Presidente Lula é um personagem em "ocaso", buscando "holofotes" para perpetuação da sua imagem.    

           No meu entender, o Brasil, com extensão territorial e população que tem, além de ser um dos maiores fornecedores de "commodities" do planeta, igualando-se aos Estados Unidos, deveria se preocupar na "melhor distribuição de renda" baseado em "maior produção de alimentos e commodities".    O País não precisa mostrar ao mundo que "não é quintal de ninguém", pela sua própria produção de riquezas naturais e pela formação cultural dos seus 224 milhões de habitantes.     O que falta é o "brio" do povo brasileiro a começar pelo seu Presidente da República.     


          Saka Sakamori   


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