Brasil ao rumo da 8ª economia do mundo
O tamanho da administração pública federal no Brasil, com estrutura de 38 ministérios, é excessivamente grande em relação ao tamanho do País, dito democrático. A extensão territorial e muito menos o tamanho da sua população não justifica o tamanho do Estado brasileiro, se pretendemos seguir como um país democrático. Brasil se parece à China ou à Rússia, países, sabidamente "socialista", onde o Estado é "onipresente".
O Japão que é quarta economia do mundo com 122 milhões de habitantes, administra o país com seus 11 ministérios, muito aquém dos 38 ministérios do Brasil. A Argentina possui, atualmente, 8 ministérios além do Gabinete do Gabinete de Ministro. A Alemanha é composto por 16 ministérios federais, além do Ministério de Relações Exteriores ou seja 17 ministérios. Lembrando que a Alemanha ocupa segunda posição em termo de economia global. A Rússia, é um país socialista com forte controle direta do Poder Executivo federal, em Moscou e ganha do Brasil em termos de eficiência governamental.
Os Estados Unidos têm 15 ministérios, que são chamados de Departamentos Executivos Federais, cuja extensão territorial é maior que o Brasil, com cerca de 9,8 milhões km² e 349 milhões de pessoas morando na terra do tio Sam. Proporcionalmente, o Brasil com 8,5 milhões de km2 e 214 milhões de pessoas habitando o País se encontra como 10ª economia do mundo, figurando atrás da França e da Itália.
Diante dos modelos econômicos e políticos que "deram certos", ao menos no cenário econômico e social ao redor do mundo, o Brasil tem estrutura administrativa exageradamente grande, incluindo a Previdência Social e a assistência na saúde e educação, que desafia a "formatação" da "política fiscal" e "política econômica". O Estado brasileiro, sobretudo o Governo federal é um verdadeiro "monstrengo" que serve de "cabide de emprego" sem tamanho, que vivem "dependente" do Estado. Somado os três níveis da administração pública, o Estado brasileiro possui cerca de 12 milhões "servidores públicos", isto é, um em cada 20 pessoas é funcionário público federal. Este quadro reflete diretamente nos gastos públicos federais, somado à ineficiência do poder público. E, o País não sai do lugar, continua "patinando" sobre a própria ineficiência.
Qualquer candidato à Presidência da República, incluindo o atual, que não demonstre planejamento no enxugamento da máquina pública, na esfera federal, estará fadado ao fracasso ou será repetição do "mesmice" dos discursos fáceis de levar o País ao "desenvolvimento social e econômico".
A fórmula para sair da "mesmice de sempre", é tornar o Estado mais eficiente e entregar ao País uma "política econômica" inexistente no governo do Presidente Lula. Se o candidato Flávio Bolsonaro, PL, quiser mudar o rumo do País, tornando-o, quiçá a 8ª economia do mundo, terá que encarar o desafio de enxugar o tamanho do Estado, ao menos em 40% do PIB e apresentar uma clara e objetiva "política econômica" para iniciativa privada, atuarem com força como aquela da Primeira economia do mundo, os Estados Unidos. Ou continuaremos sendo o "país do futuro", como discursos que ouvimos dos políticos de plantões há décadas!
PS: Veja: Crise no STF - clique aqui
Saka Sakamori

É um dado exorbitante. Se eu fosse presidente escolheria você para ser o ministro da economia
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