Acorda, Brasil !

 

Infelizmente, se depender das propostas pífias dos principais candidatos ao posto de Presidente da República do País, ao menos nos próximos 4 anos, o Brasil continuará a sua trajetória na economia global ao passo de tartaruga, para expressar a expectativa de crescimento econômico nos níveis atuais, apesar da "potencialidade econômica" do País.

Ao que parece, de ambos lados, da situação ao da oposição, tudo é feito "nas coxas", como se referem a esse tipo de situação. 

          Até este momento, faltando menos de um mês das eleições que ocorrerá no dia 4 de outubro, não vejo sequer o "esboço" de que poderia ser a "política econômica", que contemple "diretriz" para o "desenvolvimento do País", de forma sustentável, independente dos futuros mandatários, seja de ideologia "esquerda" ou de "direita", como costumam denominar dependendo da maior ou menor interferência do Governo federal na economia do País.    


             O principal eixo da "política fiscal" e "política econômica" do atual governo, o do Presidente da República, todos nós, já conhecemos.   O governo do Presidente Lula, prioriza "gastos públicos" em programas sociais para atender o seu "curral eleitoreiro", mediante uma série de "bolsas e auxílios", que obviamente sai do Orçamento Fiscal, que hoje, já ocupa cerca de 50% do PIB do País.   Em termos de gastos públicos, o percentual de participação do Governo se iguala aos dos países do Primeiro Mundo como Suécia e Noruega.   Ao mesmo tempo, o Governo federal fornece à sua população "serviços públicos" sob jurisdição do Governo federal de péssima qualidade, como nos serviços de infraestrutura do País como rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, subdimensionados às reais necessidades de expansões que o Brasil requer.    O País sempre "corre atrás do prejuízo", deixando o setor produtivo brasileiro em "desigualdade" com os países como os Estados Unidos e a Rússia.  


          Até este momento, não vi nos programas do governo com vistas à eleição de 4 de outubro, planos concretos de "enxugamento" nos gastos fiscais e nenhum propostas na "área de economia" do País.   Pelo lado da situação, a ausência de "política econômica" chega a ser a "marca da incompetência" do Governo do Presidente Lula.    Pelo lado da oposição, nenhum candidato, entre eles o candidato Flávio Bolsonaro, PL, apresentou até este momento a principal estrutura econômica para o desenvolvimento do País, a "política econômica", senão apenas um esboço de que poderia ser apoio aos microempreendedores do País, através de créditos direcionados.  


           Desculpem os pretendentes ao cargo de Presidente da República de todos nós, os 224 milhões de brasileiros, do norte ao sul, de brancos e pardos, de ricos e pobres, faço crítica contundente das faltas de uma "política econômica" para que o Brasil possa figurar entre as 7 maiores economias do planeta, por "mérito" e não pela "esperteza" em querer "sair bem na foto" junto com as maiores economias do mundo, por "merecimento".    Só não enxerga quem não quer... 


PS: As últimas pesquisas eleitorais divulgadas hoje, nos três maiores colégios eleitorais, Rio, Minas e São Paulo, mostram ambos candidatos, Lula e Flávio aparecem tecnicamente empatados ao nível de 45% cada um.


            Saka Sakamori   

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