Esse é o cara !




O Brasil luta contra si próprio.   Todas forças políticas e econômicas estão trabalhando a favor da reeleição do Presidente Lula, PT.  É uma força misteriosa que não vem de fora, mas, vem de dentro do País Esta força se chama Faria Lima, o berço dos empresários que mandam no Brasil, seja eles estrangeiros ou brasileiros.   Faria Lima torce pela continuidade do Governo Lula, seja por inércia ou por interesse. É uma contradição aparente, porém, são umbilicalmente unidos.    


              A Faria Lima atual, não é a mesma de ontem, onde classe empresarial brasileiro lutavam pelo desenvolvimento do País Hoje, a Faria Lima nada mais é do que a representação dos especuladores financeiros nacionais e internacionais.   O que interessa à Faria Lima, hoje, são as aplicações em títulos do Tesouro Nacional, com garantia do Governo federal, rendendo 14,25% ao ano, para uma inflação ao entorno de 5,5% ao ano.   Faria Lima embolsa líquido algo como 8,75% ao ano, um rendimento que não se encontra paralelo no mundo global.   


             Faria Lima, que nos áureos tempos do Antônio Ermínio de Moraes ou mesmo do Mário Garnero, pai, lideravam os empresários brasileiros, sem deixar de citar a figura como o empreendedor Benjamin Steinbruch da CSN.    O nome do Josué Gomes da Silva da Coteminas, filho do então Vice Presidente do Lula, nos dois primeiros mandatos, o José Gomes da Silva está na liderança do empresariado brasileiro.   Isto demonstra que a Faria Lima, que já foi ícone dos empresários brasileiros, desde seu primeiro mandato em 2001, esteve ligada ao Presidente Lula, direta ou indiretamente.  Faria Lima é hoje, um mero "serviçal" do Presidente Lula.


            O Presidente Lula, PT, sempre teve "cooptação" da Faria Lima na sua trajetória política, ao contrário dos liberais liderados pelo Jair Bolsonaro e seus séquito de seguidores, defensores da economia liberal do economista Paulo Guedes e seguidores da teoria econômica aplicada pelo presidente norte americano, o Republicano, Ronald Reagan, com sua prática de "desregulamentação da economia".   Ronald Reagan só não foi reeleito para o terceiro mandato, porque a Constituição americana não permite o "terceiro mandato consecutivo".     


            É uma pena, um desperdício enorme, tentar reeleger o Presidente Lula, PT, no ocaso da sua vida, comentado pela revista The Times, citado na revista Veja sobre a sua saúde mental no final de um eventual quarto mandato, se for vitorioso nas próximas eleições.     Ele, se eleito, terminaria o mandato com 85 anos, uma idade avançada, para dirigir uma nação com 224 milhões de brasileiros e 8,5 milhões de Km2 de território. 

  

           Se pensar com responsabilidade, um País com tamanha envergadura territorial e econômica, mereceria um eventual Presidente da República, uma pessoa mais jovem, com mobilidade física e mental à altura da responsabilidade que deve assumir, até o final do mandato em 2030.   A história brasileira está recheada de tragédias que o País não deve repetir, tão somente, para atender o desejo e "vaidade pessoal" de um ser humano, por mais que seja "popular" junto à população.


    Se ninguém tem ousadia de colocar questão ao "luz do dia", senão a revista Veja que publicou comentário do The Times, eu o farei, com muita tranquilidade. Não querendo repetir a frase do Obama, ex-presidente dos Estados Unidos: Esse é o cara! No bom sentido ou no sentido pejorativo. Você decide!


Ossami Sakamori

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