Delcy e Trump riem juntos !

 


O presidente americano, Donald Trump, não dá ponto sem nó.   O presidente Trump, anunciou nessa sexta-feira, dia 28, os Estados Unidos trabalharão com o magnata venezuelano de petróleo, Alejandro Betancourt López, cuja família controla a segunda maior produtora de petróleo da Venezuela, a North American Blue Energy Partners - Nabep, sobre o arranjo de negócios que abrange 17 campos petrolíferos da Venezuela.


                  Segundo a grande imprensa norte-americana, a presidente da Venezuela Delcy Rodríguez, que era vice do deposto Nicolas Maduro, capitulado e mantido em prisão de segurança máxima em Nova York.    A presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, está "rindo à toa", com o impacto no "renascimento da nação" gerando mais de US$ 200 bilhões, o equivalente a R$ 1,04 trilhões, em moeda brasileira.   Na prática, segundo o presidente americano, a parceria anunciada dará aos Estados Unidos o "controle majoritário" sobre as reservas venezuelanas.   


            Segundo a grande imprensa internacional, esta medida anunciada é a incursão mais direta do presidente Trump na indústria venezuelana desde que no último mês de janeiro capturou o Nicolás Maduro, amigo do Presidente Lula e começou a trabalhar em conjunto com a Delcy Rodrigues.   O objetivo do Donald Trump é remodelar o mercado global de petróleo, tornando os Estados Unidos, independente do petróleo do Oriente Médio, em permanente conflito na área do Golfo Pérsico, especialmente com o Irã.  


            Só para lembrar, a Venezuela é detentora de maior reserva mundial de petróleo, até então.   Embora, não tendo reserva de petróleo quantificada, a Rússia seria detentora de maior reserva do petróleo do planeta.    No pano de fundo, a disputa da reserva de petróleo não é exatamente com os países do Oriente Médio, com os quais os Estados Unidos tem uma boa relação, exceto Irã, mas com a poderosa Rússia do Wladimir Putin, com quem, o presidente Trump tem uma boa relação de amizade e diálogo.   


            A conclusão final é que o Brasil do Presidente Lula está longe de fazer parte do protagonismo global, na área de comércio e de aparato da defesa.   Brasil se contenta em ter fornecido um determinado tipo de "míssil" para a Ucrânia, hoje, substituído pelo míssil Patriot de médio alcance dos Estados Unidos.   

  

            Infelizmente, o Brasil se contenta em explorar o petróleo do "pré-sal" de alto custo de produção por ser "off-shore" ou faz um "estardalhaço" com o indício de petróleo na costa do Amapá, a cerca de 250 km da foz do Rio Amazonas, certamente, "muito promissora", porém a avaliação da possível reserva de petróleo da costa equatorial do Brasil, só poderá ser avaliado nos próximos 5 a 10 anos.    

              Enfim, diante da conjuntura global, o Brasil é considerado "estrela de segunda grandeza", apesar do Presidente Lula, tentar "aparecer na foto" com os líderes do G7.   Na minha opinião, o Brasil só será "protagonista" do Primeiro Mundo, se os sucessivos Presidentes da República descerem do "pedestal" e com "humildade", fazer o seu "dever de casa" na área da "educação" e de "tecnologia de ponta".     Até lá, os presidentes brasileiros, de hoje e de amanhã, serão os meros "lambe botas" dos presidentes norte-americanos e chefes de estados da União Europeia.   

              Saka Sakamori

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