Brasil é país do Terceiro Mundo, por escolha
Contrario aos números apresentados pela imprensa mundial, a carga tributária no Brasil é nos mesmos níveis dos países como Reino Unido, Espanha, Alemanha e ainda se iguala a dos países como Dinamarca, França e Áustria. Nestes últimos países, o Estado promove o "bem estar" de cada população mediante contraprestação de serviços como saúde pública e educação, ainda assim, apresentam carga tributária aos níveis de 45% do PIB. Nos países citados, o Estado financia programas de bem estar social com saúde, educação e segurança pública de alto padrão. Eu disse, "alto padrão".
O Brasil, como já demonstrei nas matérias precedentes, a participação do Estado na economia do País é de aproximadamente 50%, muito acima das nações como Reino Unido, Espanha e Alemanha. Os Estados Unidos, em que o sistema de saúde e educação são atendias amplamente pelo "sistema privado", a carga tributária é estimada entre 27% a 30% do PIB.
Considerando que o sistema de produção do Brasil é baseado no setor primário, essencialmente, a carga tributária real, está próximo de 50%, que é muito alta considerando a "contraprestação de serviços", que não se iguala aos dos países desenvolvidos. Grosso modo, podemos afirmar que a carga tributária do Brasil se iguala ao da Noruega e as contraprestação de serviços se iguala aos dos países "subdesenvolvidos" como alguns países da África ou do Sudeste Asiático.
Grosso modo, o "Estado" brasileiro consome 50% de tudo que o País produz, deixando os 50% restante do PIB para o sistema produtivo, incluindo o setor primário como agricultura, o setor industrial e de serviços, das empresas brasileiras e estrangeiras instaladas no País. Diante dos números, podemos afirmar que o Estado brasileiro cobra como os países do Primeiro Mundo e o povo é assistido com os serviços que se equipara aos do Terceiro Mundo. O povo brasileiros, uma grande parte vive de "benefícios sociais" do Governo federal.
Cabe à população em geral, cobrar dos "políticos de plantão", maior eficiência nos gastos públicos, visando o "bem estar" da população, que é o principal ator desta sociedade, muito injusta, em que poucos se aproveitam para a melhora das suas próprias vidas. Enquanto a população "se rala" para pagar os tributos, equivalente aos do Primeiro Mundo, os "donos do Poder", encastelados na capital federal, Brasília, usufruem das mil formas de benesses.
É normal, na época das eleições, os políticos de plantões, brigarem entre si para assegurar os benefícios das suas classes sociais. Os servidores públicos, em sua maioria, são funcionários de segundo escalão que ganham salários melhoradas às da iniciativa privada. Eu e Você, somos contribuintes de inúmeros contribuições, as federais, as estaduais e municipais, além de diversas tarifas e serviços cobrados sob pretexto de cobrir despesas.
A constatação mais triste e evidente é que os sucessivos governos dos últimos 25 anos, com "viés ideológico socialista", com impostos e contribuições do Primeiro Mundo, não conseguiram tirar ou não teve interesse de tirar o Brasil do patamar de Terceiro Mundo. Enfim, somos contribuintes como os da Noruega e somos usuários de serviços públicos como do Burundi na África, por puro interesse dos "políticos de plantões". Mais triste ainda, é a Faria Lima estar "em acordo" com a situação do País. Brasil é a cara do Presidente Lula, analfabeto funcional.
PS: Vocês haverão de compreender de que não sou jornalista e nem tão pouco tenho formação para escrever obras literárias. O que importa é que cada manhã, tento passar para Vocês o que se passa no cenário econômico nacional e internacional. Não tenho intensão de substituir os veículos especializados em política e economia do que se passa no mundo.
Ossami Sakamori
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