Brasil, país do Terceiro Mundo
A matéria que eu escrevi, hoje, sem intensão, deletei-a. Deus sabe o que faz! Eu chamo atenção sobre as propostas dos candidatos à Presidência da República, o atual, Presidente Lula, PT, tentando a sua reeleição e o principal oponente o senador Flávio Bolsonaro, PL, que na síntese não traz nenhuma novidade ou nenhuma mudança significativa no rumo do País, infelizmente. As propostas são as mesmas de sempre, de levar algum benefício para a população carente. Nenhuma mudança no horizonte econômico do País, que tem vivido, há alguns anos, que eu me lembre, desde a eleição do Presidente Lula em substituição ao FHC.
Com já escrevi, anteriormente, o Estado brasileiro, sobretudo o Governo federal, responde por cerca de 50% do PIB, percentual semelhante aos países do Primeiro Mundo. Porém, o Estado brasileiro oferece serviços de Terceiro Mundo, em todas áreas que abrange a contraprestação de serviços do Governo federal. Pagamos impostos de Primeiro Mundo, como a Suécia e recebemos de volta em serviços do Terceiro Mundo, como Burundi, um país africano.
Faltam aos candidatos, a proposta macroeconômica que atenda os interesses do setor produtivo brasileiro, que representa cerca de 50% do PIB do País. Falta aos candidatos, de direita à esquerda, proposta para a "política econômica" que preveja a participação do setor privado na economia do Brasil. Em qualquer país do mundo, o setor produtivo que contribui para manter a estrutura do Estado, tem levado atenção dos governantes, de norte ao sul e de leste a oeste do planeta. Brasil é um país singular. Os candidatos ao cargo máximo do País, falam "para dentro", falam de si próprios. Falam da pretensão de "como gastar" os 50% de recursos, provenientes de impostos, contribuições e tarifas. Mas, nada falam sobre a "política econômica" que abrange o "setor produtivo" brasileiro. Eles falam para dentro, falam de si próprios. Não falam do setor produtivo privado, que os mantém no poder, através de pesados impostos e encargos.
Vejo, mais uma vez, desperdiçar oportunidades reais de mudanças no País. O que vejo são as "mesmices de sempre", os "lugares comuns" que falam "para dentro", de como gastar os recursos públicos, que já ultrapassam 50% do PIB. Enfim, fica cada vez mais evidente de que pagamos impostos equivalente a Suécia e recebemos serviços do Burundi, país da África Oriental.
Que tenhamos uma ótima terça-feira!
Ossami Sakamori

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