Brasil gasta como o país do Primeiro Mundo
Do mundo desenvolvido, incluído os Estados Unidos, os gastos públicos no Brasil se assemelha aos gastos dos países do Primeiro Mundo. Do Novo Mundo, os Estados Unidos proporciona o padrão de vida semelhante aos do Primeiro Mundo, alcançando 33,36% do PIB em 2026, segundo projeção do Governo americano, contrastando com os gastos do setor público na área federal do Brasil, de 50% do PIB. Proporcionalmente, o País gasta como os países europeus citados.
No item referente a dívida pública do governo, os Estados Unidos ultrapassam a marca de US$ 40 trilhões, equivalente a 125% do seu PIB. O rombo nas contas públicas está estimado em US$ 2 trilhões para cada ano, incluído os juros do Tesouro americano. O total da dívida do Tesouro americano bateu recorde histórico de US$ 40 trilhões. Desta forma a relação entre a dívida pública e o tamanho da economia ultrapassou 125%, impulsionado por gastos com programas sociais, defesa e custo crescente de refinanciamento com os juros, equivalente a nossa taxa Selic do Brasil, que, hoje anda ao redor de 4% ao ano a 4,5% ao ano, sendo o prazo de vencimento variando de 52 semanas a 30 anos. A dívida pública americana bateu recorde histórico de US$ 40 trilhões, equivalente, grosso modo, a R$ 240 trilhões em moeda brasileira.
Enquanto o Brasil carrega dívida pública federal, em nome do Tesouro Nacional, o espantoso R$ 10,6 trilhões, correspondente a grosso modo, número ligeiramente superior ao PIB do País. Os números, olhando friamente, sem considerar o grau de avanço tecnológico e a qualidade de vida da população, o Brasil "carrega" dívida do Primeiro Mundo, oferecendo qualidade de vida para a população semelhante ao do Terceiro Mundo.
Dito isso, a conclusão é que o Brasil gasta muito mal, os parcos recursos de impostos e contribuições, além dos empréstimos tomados junto ao público, pagando exorbitante taxa Selic de 14% ao ano para uma inflação corrente estimado em torno de 5,5%, ligeiramente superior ao teto da meta do Banco Central do Brasil, que é de 4,5% ao ano, sendo o centro da meta de 3%.
A conclusão é que o Brasil paga juros da dívida do Tesouro, como "gente grande", mas o retorno para a população são os serviços de "gente pobre". O Brasil é a cara do seu Presidente, o Lula da Silva, um analfabeto funcional, que faz questão de manter a sua "identidade" como de "origem humilde" para manter a sua popularidade como Presidente operário. Na hora da "ladroagem" se comporta como "gente grande", tudo de acordo com a conveniência da "ocasião". Infelizmente, o Presidente Lula é a cara do Brasil ou o Brasil é a cara do Presidente Lula, um assumido "analfabeto funcional".
PS: Neste momento, 6:42 h, 16º em Curitiba
Saka Sakamori
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