Brasil a um passo da Recuperação Judicial


O principal candidato à Presidência da República pela oposição ao atual Governo federal, Flávio Bolsonaro, PL, faz discurso da "mudanças na estrutura do Governo", mas não faz referência concreta sobre quais mudanças ele pretende fazer.  Isto é muito pouco para candidato da oposição, no meu entender.    Até agora, as mudanças propostas anunciadas são pontuais, sem se referir às mudanças na estrutura administrativa da União.   Porém, a realidade do Brasil é muito mais grave do que se possa imaginar.   


         O País padece de uma estrutura administrativa pesada, hoje, com 38 ministérios, autarquias e empresas de economia mista, espalhados em todo o território nacional e gasta cerca de 50% do PIB, incluído nas despesas, os serviços da dívida pública do Tesouro Nacional.    Como já comentamos anteriormente, o Brasil gasta igual aos países do Primeiro Mundo, como a Noruega, porém, prestando serviços do Terceiro Mundo, como um país africano, o Burundi.


           Os gastos do País equivale a grosso modo, cerca de 50% do PIB, equivalente a R$ 10 trilhões, incluído os juros da dívida pública, a do Tesouro Nacional.   O exemplo clássico da má gestão, lembro-me da Grécia, cujo governo-gastava mais dinheiro do que arrecadava em impostos para cobrir os "déficits primários" e acumulou empréstimos gigantescos com os bancos e com os governos estrangeiros e finalmente em 2010, o governo grego admitiu que a dívida era "impagável" ou seja, informalmente, pediu o "default" ou a "falência".    Foi uma vergonha para o povo grego.  


          Ainda sobre a Grécia, detalhando, em 2012, o governo deu o "calote nos títulos da dívida pública", causando grandes prejuízos aos credores, impondo a troca de títulos ruins pelos títulos bons de longo prazo e juros favorecidos.  É o que o Brasil está fazendo neste momento.    Para completar, em 2015, a pequena Grécia deu "calote" de E$ 2 bilhões ao FMI e quitou o valor algumas semanas depois, com o resultado da Olimpíada, saindo do estado de inadimplência.    A triste e dolorosa experiência custou atraso à Grécia ao menos 5 anos na vida de cada cidadão grego.   


           O exemplo da Grécia serve apenas como referência, de como as "contas públicas" deverão ser tratadas com muita seriedade, para não passar pela experiência do "default" que os irmão gregos passaram, por culpa exclusiva dos seus governantes de plantões, que "posaram para foto" como um país estável, promovendo Olimpíadas em 2004, e que acabou refletindo em situação de "default", 8 anos mais tarde.    As consequências dos erros só serão sentidos no futuro.


             A insolvência da Grécia serve de exemplo para o mundo, em especial para o Brasil, em que os governantes de plantões, gastam mais do que a sua capacidade de pagamento, para que os Presidentes de plantões possam se sair como "salvadores da pátria", como tem acontecido com os sucessivos governos e em especial com o Governo do Presidente Lula, um "analfabeto funcional" se portanto como  "grande líder" global, apesar da sua conduta é de populista, um "analfabeto funcional".  


          O Brasil se sujeita aos interesses do Presidente Lula, PT, preocupado que está em deixar o seu nome nos anais da República Federativa Brasil, à custa do sacrifício de 224 milhões de brasileiros, de todas idades e de todos matizes ideológicos, do Partido dos Trabalhadores à Faria Lima.     

 

PS: Ontem, o juiz da II Vara do TJRJ decretou a "liquidação extrajudicial" da empresa Oi Telecomunicações.

         

            Saka Sakamori

              

Comentários

  1. Gostei da frase o Brasil gasta igual aos países do Primeiro Mundo, como a Noruega, porém, prestando serviços do Terceiro Mundo, como um país africano, o Burundi. É muito bem lembrada a comparação com a Grécia, uma Grande verdade lamentável

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