Acorda, povo brasileiro !
A poucos dias das eleições de 4 de outubro, cerca de 45 dias, os principais candidatos ao cargo de Presidente da República não apresentaram propostas objetivas e concretas sobre o plano de Governo de cada um. De um lado, a ideia genérica de "manutenção dos dos programas sociais" do Governo federal e do outro lado as "mudanças" nas "políticas fiscais" e linhas gerais sobre "políticas econômicas". Os discursos se parecem com os do 4 anos atrás, quando disputou o Jair Bolsonaro, PL e Lula da Silva do PT. Ambos apostam nos seus próprios "carismas" do que nos "programas do Governo".
Do lado do Presidente Lula, PT, continua com o forte "apelo popular", que são os programas sociais de toda ordem como bolsa família, programa pé de meia, vale gás e tantos outros que atendem a "população de baixa renda". O Presidente Lula, PT, tenta induzir à população de que, com a mudança do Governo, a "população de baixa renda", a maioria da população, perderia os benefícios que são, hoje, garantidos com o dinheiro do Tesouro Nacional. Na minha opinião, um "apelo" muito "contundente" que mexem com a população dessa população mais pobre do País. Flávio Bolsonaro, PL, precisa entender de que os "programas sociais" não são "exclusivos da ideologia de esquerda". O povo brasileiro tem as suas próprias ideias sobre o futuro do País. A ideia do "voto de cabresto" é coisa do passado, com meios de comunicação mais democráticas.
Não se explica, o atual Presidente Lula, com quase 20 anos no Poder, como o PT não conseguiu melhorar a situação destes "pobres e miseráveis" classes da população. Isto tudo tem passado batido nos discursos do principal candidato da oposição, Flávio Bolsonaro, PL, por falta de visão sobre o País. O candidato da oposição não apresentou, até este momento, a "proposta macroeconômica" que mude a situação presente, de uma "escravatura" dos tempos modernos, sem as "correntes e chibatas", porém com mídias pagas com o dinheiro do Contribuinte. Não vejo, ao menos até este momento, do candidato Flávio Bolsonaro, PL, quais serão as "políticas fiscais" e as "políticas econômicas". Fala-se em "mudanças", mas, não fala "em qual direção" e com qual intensidade. Única proposta concreta que tenho visto anunciar é da Daniela Marques, principal auxiliar na formulação da "política econômica" do Flávio Bolsonaro, PL, a ideia de abertura de "micro créditos" para mulheres com baixa qualificação. O anúncio da indicação do economista Adolfo Sachsida, por um lado é um excelente nome, porém, as propostas na área econômica do eventual governo Flávio Bolsonaro, PL, está longe de "sair do papel".
Até este momento, a poucas semanas da eleição, não temos, de nenhum dos candidatos ao cargode Presidente da República, as "propostas do plano econômico" para um País com 8,5 milhões de km2 e 224 milhões de pessoas se abrigando nela, com "muitos e enormes desafios" que demandariam "programas do Governo" ousados para tirar o País da posição de "Terceiro Mundo". Até este momento, os principais candidatos a ocupar posição de Chefe da Nação, não apresentaram as "propostas concretas" sobre a "política fiscal" e a "política econômica" dos respectivos Governos. Há excessos de mediocridade nas propostas dos respectivos candidatos !
PS: A finalidade da política não deveria ser para atender os egos dos políticos de plantões, mas a necessidades da própria população ! Também, não é "corrida de cavalo" para os apostadores !!!
Acorda, povo brasileiro !
Ossami Sakamori

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