A lobista Roberta Luchsinger

 


Segundo a grande imprensa, sempre atentos aos últimos acontecimentos, a Polícia Federal descobriu detalhes da ofensiva da lobista Roberta  Luchsinger  a partir do conteúdo dos aparelhos celulares descobriu detalhes da ofensiva do grupo do Lulinha e Roberta  contra o Ministério da Saúde, a e diferentes órgão do Governo federal.    Até aqui, quem tem interesse acompanha o desdobramento do caso, como se o caso fosse "fortuito", uma coisa que tivesse acontecido, "por acaso".


             Segundo as notícias divulgados na grande imprensa, disponíveis para o grande público, inclusive este que aqui comenta, a lobista Roberta  Luchsinger, houve prospecção sobre o destino dos "benefícios" para "blindagem patrimonial" no "paraíso fiscal", incomum, num minúsculo país incrustado na Suíça, denominado  Liechtenstein   Segundo a Roberta, o "paraíso fiscal", seguro e inusitado foi lhe revelado por seu ex-marido, o então delegado da Polícia Federal, Protógenes Queiroz, que vive na Suíça.     


              O paraíso fiscal já é velho conhecido do Presidente Lula.   A última visita àquele principado, noticiado pela grande imprensa, foi no dia 31 de dezembro de 2010, no final dos dois mandatos consecutivos que iniciou em 1º de janeiro de 2002.   À época me chamou a atenção pela viagem à Suíça, oficialmente, ter acontecido no último dia do seu mandato.  Conectando a conversa da lobista Roberta Luchsinger com o Lulinha, filho do Presidente Lula, demostra interesse de canalizar os frutos do esquema de propina do INSS, que o montante está estimada entre R$ 8 bilhões a R$ 10 bilhões à Suíça (?).    Presumo que seja na conta no paraíso fiscal, desconectado do SWIFT e do sistema de compensação da Suíça.    


         Quanto mais vai aparecendo os desdobramentos do caso INSS, ligado ao Lulinha, o "careca do INSS" nada mais é do que o "bobo da Corte" ou um "laranja" do grupo de esquema que passou ou passa pelo Palácio do Planalto.     A "blindagem" vai perdurar enquanto o Presidente Lula permanecer no comando do País.   Até dá para entender o seu "esforço" em continuar no Palácio do Planalto.    

PS:  Para quem atua no mercado financeiro, isto tudo é como "café com leite".


            Ossami Sakamori

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