Flávio Bolsonaro do PL
Os principais principais pretendentes ao cargo de Presidente da República, tanto da parte do partido da situação, o atual Presidente Lula, PT, que faz severas críticas ao candidato do principal partido da oposição, o senador da República, Flávio Bolsonaro, PL. Uma coisa tem em comum entre os candidatos, a falta de "propostas concretas da governança". Ambos candidatos se apresentam como sendo candidatos dos dos "campos ideológicos" de "esquerda" e de "direita", sem definir exatamente quais são suas propostas na "política fiscal" e na "política econômica", cujos fundamentos econômicos foram intensamente explanados neste espaço.
Não foi dito pelo Presidente Lula, mas pressupõe que ele deve seguir a atual "confusa e imprecisa" "política fiscal", com sucessivos "déficits primários", aumentando cada vez mais o montante da dívida pública, que já ultrapassa o PIB - Produto Interno Bruto do País. O meu pensamento vai na mesma direção da opinião da revista britânica The Times, a maior dúvida é sobre a sua saúde ao final de um eventual novo mandato, que estaria com 85 anos, com constante problema do câncer no cabeça, motivo porque usa permanentemente o chapéu. Se fosse em qualquer país do Primeiro Mundo, a própria população não aceitaria a candidatura de uma pessoa com saúde que requer cuidados médicos. O Presidente Lula deve se achar insubstituível. É a costumeira "soberba" do Lula da Silva, um analfabeto funcional, por opção.
Do lado do principal partido da oposição, o senador Flávio Bolsonaro, PL, até este momento, homologado pela convenção partidária realizada no dia de ontem, dia 25, não apresentou até este momento o seu Plano do Governo e muito menos o detalhamento da Política Fiscal e da Política Econômica, dando a entender que os programas econômicos serem semelhantes ao do ex-Presidente Jair Bolsonaro, do PL. Esperava-se que as linhas gerais da Política Fiscal e da Política Econômica fossem apresentadas na Convenção partidária realizada, ontem, dia 25. De incomum, foi a presença do presidente argentino Javier Milei, de pensamento ideológico do mesmo campo, o da "direita". Na grande maioria dos países latino-americanos está voltando para o campo ideológico da "direita". Isto pode ser indicativo importante a ser considerar nas próximas eleições.
Até entendo a falta de indicativos para os temas importantes para "eventual" administração do Flávio Bolsonaro, PL, frente à Presidência da República. Para quem acompanha as movimentações políticas através da imprensa, esperava-se ao menos "linhas gerais" de uma "política fiscal" e de uma "política econômica" para confrontar com a maneira "desordenada e caótica" da administração pública do Presidente Lula, candidato à reeleição. Senador Flávio Bolsonaro, PL, perdeu oportunidade ímpar de mostrar para a população para que está vindo para concorrer ao cargo máximo da administração pública federal.
Vamos aguardar os próximos desdobramentos, sobretudo da parte do candidato da oposição, porque os programas do atual Governo, o do Presidente Lula, PT, pressupõe a "continuidade" da administração pública, sem uma "Política Fiscal" responsável e a ausência de uma "Política Econômica" dos principais pretendentes ao posto de Presidente da República. Nos quesitos importantes para a Nação, a política brasileira está povoada de "mediocridades", sobretudo nos requisitos importantes e essenciais para o "desenvolvimento do País".
Ossami Sakamori
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