Brasil merece ter um Presidente melhor preparado !
O tradicional e conceituado jornal Folha de São Paulo, do qual extraio muitas notícias sobre temas "macroeconômicos" do País, juntamente com a revista Veja, como fontes de informações importantes para alicerçar as minhas postagens sobre os temas macroeconômicos. As fontes são seguras, que merece respeito para basear os meus comentários sobre os temas aludidos.
Dentro deste contexto, o atual ministro da Economia, Dario Durigan afirmou que ao tentar seguir o "arcabouço fiscal" do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, no sentido de "controlar" (sic) as contas do País, geram resultados que não tem como fugir de debates. Afirma o ministro Dario Durigan: "Nós temos que fortalecer o arcabouço fiscal daqui para frente", como se o mandato do Presidente Lula estivesse começando no final do mandato e acredita estar no rumo certo, apesar dos números da "política fiscal" apresentar um contínuo "déficit primário", que é o "dinheiro que falta" para, ao menos equilibrar a conta do Governo federal, exceto pagamentos dos serviços da dívida pública. Para quem não tem familiaridade com contas do Governo, o "déficit primário" é nome feio. A atual administração recebeu do Governo anterior, um "superávit primário" de R$ 54 bilhões, no primeiro dia do Governo Lula.
Para ele, o ministro Dario Durigan, a diminuição dos gastos obrigatórios, o fortalecimento das regras fiscais já existentes, a modernização do Estado e a diminuição dos juros para que os investimentos públicos e privados ganhem espaço, com parcerias para setores estratégicos como os de minerais críticos, biocombustíveis, inteligência artificial para indústria e serviços. SIC. Para quem tem ao menos o mínimo de conhecimento da "macroeconomia", sabe que a afirmação serve tão somente para "camuflar" a incompetência frente a gestão de uma "política fiscal" e esconder a falta absoluta de uma "política econômica" para o País. Considero discurso para enganar a população leiga com os termos ininteligíveis da macroeconomia.
Na mesma matéria, o ministro da Economia, Dario Durigan, critica o "tarifaço", dos Estados Unidos para com a China. Disse o ministro: "Nada se justifica, nada para de pé, o que nos leva a crer que é uma interferência política externa. É ruim porque prejudica as empresas, as famílias e os agricultores brasileiros para forçar uma "percepção eleitoral" negativa" ao se referir às últimas tarifas de importação anunciadas pelo presidente Donald Trump, como que, de antemão querendo justificar a os compromissos como a falta de uma "política fiscal" responsável e ausência total de uma "política econômica" que oriente o setor produtivo brasileiro para enfrentar todas mazelas do Governo federal e dos fatores externos, como os das tarifas de importação para produtos brasileiros pelos Governos dos países desenvolvidos.
Ao que parece, o Presidente Lula fez uma boa escola dentro do seu governo. Uma estrutura com 38 ministérios e gastos públicos desenfreados, provocando enorme "déficit primário", que está levando o País ao endividamento público que já ultrapassa o PIB do País, ao nível de R$ 10,6 trilhões, incompatível com a capacidade de produção de riquezas. Em outras palavras, o ministro da Economia não consegue sequer equilibrar os números da "política fiscal", muito menos ter uma "política econômica" que oriente os agentes econômicos públicos e privados, que possa levar o Brasil no caminho do "desenvolvimento sustentável", com o objetivo da melhora da qualidade de vida da população. Brasil como um País soberano, deveria sair urgente dessa situação vexatória de desigualdade social e econômico da sua população, onde uma massa grande da população que vive dependente de "auxílios" pagos com o dinheiro dos impostos e contribuições.
Creio que será difícil um País gigante pela natureza e população de boa índole, com o atual Presidente da República, um analfabeto funcional e ter de quebra ter um ministro da Economia, com nenhuma competência, tentar igualar-se aos países como a China e os Estados Unidos. Falta ao governo brasileiro fazer o "dever de casa", antes de fazer críticas às políticas econômicas internas dos países pelo ministro Dario Durigan, com pouca ou nenhuma competência.
É imperativo que o País mude de rumo para a "política fiscal" equilibrada e ter uma "política econômica" que, ao menos, mostre o direcionamento para os diversos atores produtivos do País. Gastar os parcos recursos é muito fácil, difícil é estabelecer uma "política econômica" à altura de um País com potencial para estar entre os membros das maiores economias do mundo, o G7. Faltam aos governantes de plantões, os conhecimentos e ousadias necessários para levar o Brasil a ocupar posição que está reservado no mundo global, não por "esperteza", mas pelos números que atestem o desenvolvimento do País.
Brasil merece ter um Presidente da República com melhor preparo, à altura da sua potencialidade econômica e social !
Ossami Sakamori

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