O preço do petróleo pós conflito EEUU x Irã
O preço do petróleo do tipo Brent para entrega em agosto abriu, nesse domingo, cada barril sendo cotado a US$ 83,02, com cotação diretamente ligado ao anúncio do fim do conflito entre Estados Unidos e Irã. O valor é o menor desde 4 de março, quando o barril do petróleo estava sendo negociado pela última vez abaixo de US$ 82. Ao mesmo tempo, os contratos do petróleo WTI, a mais pesada, usados nos Estados Unidos eram negociadas a US$ 81. É exatamente, esse tipo de petróleo que a Petrobras produz.
O mercado reagiu bem ao anúncio do presidente Trump de que a abertura do estreito de Ormuz será feito "sem pedágio" e que o bloqueio naval será encerrado, restabelecendo o fluxo de importantes fornecedores de petróleo como Arábia Saudita, Kwait, Qtar e Emirados Árabes. Os termos de negociação do fim do conflito estava sendo negociado em Paquistão, pelo lado dos Estados Unidos, o vice-presidente americano, J. D. Vance, que anteriormente, costurou, também, a permanência dos Estados Unidos na Groenlândia. Ele é um bom negociador e segue orientação do presidente Trump, aos interesses do seu país.
Como já afirmei em postagens anteriores, o preço do petróleo deve assumir um novo patamar, saindo do preço médio de US$ 65, o do tipo Brent, para um novo "piso" de US$ 80 cada barril. Isto é "minha avaliação", baseado em acompanhamento do preço do petróleo ao longo dos últimos anos. Seja como for, com o novo patamar de negociação, o preço dos combustíveis na "bomba" deverá seguir a mesma trajetória, a de baixa. A população deve "exigir" a prática dos novos preços "na bomba" pela Petrobras, a estatal brasileira para exploração e distribuição de petróleo no País. Importante saber que o Brasil produz mais petróleo do que o volume que consumo. O Brasil produz cerca de 4,2 milhões de barris/dia e consome ao redor de 3 milhões de barris/dia. A ironia é que o petróleo produzido no Brasil é do tipo WTI, o tipo pesado e as refinarias da Petrobras estão projetadas para processar o petróleo do tipo Brent. A troca de processamento do petróleo nas refinarias, do tipo leve para ao do tipo pesado, é uma operação que não é como apenas "mudar de chave", como fazem crer os leigos no assunto.
Para o Brasil, a situação do conflito entre os Estados Unidos e Irã, sendo o Presidente Lula, ideologicamente alinhado ao regime do "governo do Irã", pouco muda a situação "pós conflito". Quem vai "dar as cartas no Irã", será o presidente Donald Trump, com quem, o Presidente Lula, tem "diferenças ideológicas" insanáveis. No momento que estou escrevendo esta matéria, o Presidente Lula, está a caminho da reunião do "G7", sem fazer parte dos 7 maiores economias do mundo, com o objetivo de "negociar" a nova tarifa de importação de 25% e uma sobretaxa adicional de 12,5% sob argumento de falhas no combate ao trabalho escravo. O fato concreto é que o Presidente Lula, vai de "penetra" para tentar "sair na foto" com os chefes de maiores economias do mundo, como já fizera nas outras oportunidades semelhantes. O Presidente Lula faz o papel de "bicão" na festa das 7 maiores economias do mundo. O Brasil está posicionado, na melhor das hipóteses, como 10ª economia do mundo.
Preparem-se aos novoz ajustes de preços dos combustíveis na bomba, como o novo preço de mercado internacional do petróleo, apesar da Petrobras produzirem petróleo, em volume, maior do que o consumo do País.
PS: Só para Você entender o contexto global: O PIB americano é de US$ 32,38 trilhões, o PIB brasileiro é de US$ 2,64 trilhões e o PIB da União Europeia é de US$ 18,8 trilhões.
Ossami Sakamori

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