O momento exige muita cautela
No mercado financeiro, ontem, dia 18, o dólar americano disparou 1,26% e fechou cotado a R$5,174, puxado pelas decisões de política monetária do Brasil e dos Estados Unidos. Os títulos do Tesouro americano fechou nos níveis que já vem praticando, compatíveis com a inflação corrente americana.
O COPOM - Comitê de Política Monetária do Brasil cortou a taxa básica de juros dos títulos do Tesouro Nacional para 14,25% ao ano. Segundo analistas, a surpresa veio pela comunicação considerada mais branda no combate à inflação. A inflação acumulada, está em 4,72% nos últimos 12 meses. A taxa de inflação deste ano, está em 3,20%, faltando ainda 6 meses para fechar o ano de 2025. Lembrando que o centro da meta da inflação do BC está projetado em 3% ao ano. O número significa que a inflação corrente dos últimos 6 meses já está acima da meta do ano, projetado pelo Banco Central.
Para mim, a inflação acima da meta de 3%, já nos primeiros seis meses do ano, é justificado pelos gastos do Governo federal, que tem como meta gastar R$ 500 bilhões em gastos, visando a campanha de reeleição do Presidente Lula a mais um mandato. Há um ditado popular que diz: "Não há almoço grátis", se referindo a uma situação dessa. Para analistas macroeconômicos, como eu tento ser, o Presidente Lula, está causando o famigerado "déficit primário", que é o dinheiro que falta para cobrir despesas do Governo em relação às receitas correntes. Curiosamente, Presidente Lula, PT, pratica tudo que um Governo sério não deve fazer ou seja "gasta mais do que arrecada", igual a "um novo rico".
O Presidente Lula e sua esposa Janja da Silva são os verdadeiros "predadores" dos recursos públicos, nas suas "luxuosas" viagens internacionais, portando-se como os "novos ricos", com o dinheiro público, o meu e seu suados impostos embutidos em tudo que consumimos. Colocar como um chefe da Nação um "analfabeto funcional", "metido à besta", sem noção do "ridículo" ou "de caso pensado", com esperteza, a responsabilidade é sua e minha!
Enquanto isso, para proteger da desvalorização do nosso dinheiro, o Real, vai se posicionando em dólar americano, US$, adquirido oficialmente, nas casas de câmbio ou instituições financeiras. Para completar, não caiam na armadilha de um Nubank com prometidos rendimentos muito acima da média do mercado financeiro consolidado. O momento, exige muita cautela !
Ossami Sakamori
Já o Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano) também foi em linha com as expectativas e manteve a taxa de juros inalterada na faixa de 3,5% e 3,75%. A autoridade dos EUA, porém, adotou uma postura "hawkish", isto é, dura no combate à inflação, abrindo a porta para novas altas até o final do ano.

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