Dá para ser feliz, assim ?

 
Quem tem razão ?

Ontem, estive ausente neste espaço, que o Google me proporciona para expor as minhas considerações, para cuidar dos meus afazeres pessoais e ao mesmo tempo "dar tempo" às notícias não tão boas, que chega a ser uma "vergonha nacional", sobre "sanções econômicas e financeiras" impostas às facções criminosas do País, o CV e PCC, com forte conexão no "Governo de plantão", o do Presidente Lula.    O episódio, no meu  entender, serviu apenas como "alerta" aos brasileiros e em especial ao setor produtivo sobre a situação do País e o que estão para vir no cenário político/ social, nos próximos dias.


            Não é de hoje, que o País vem atravessando por péssimas fases da economia como um todo.    A última fase, relativamente, normal foi no Governo FHC, com Pedro Malan à frente do Ministério da Fazenda. Nos primeiros dois mandatos do Presidente Lula, tivemos mão forte do Presidente do Banco Central, o bancário e ou banqueiro Henrique Meirelles.    O setor produtivo brasileiro tinha visão, ao menos, do "horizonte próximo".

          

           O desastre na área econômica, começou no Governo Dilma, que nomeou o Henrique Meirelles no Ministério da Fazenda, que acabou culminando em impeachment e para completar o governo de transição assumiu o Presidente Michel Temer, que convidou o Henrique Meirelles ao posto de ministro da Fazenda.   O ministro Henrique Meirelles, profissionalmente, competente na sua área,  fez um "plano econômico de transição" com a edição da Emenda 95.    Uma Emenda de "engessamento" da "máquina pública", mas, que terminou no que terminou, num "desastre".


             Chegou o Presidente Bolsonaro, eleito com a popularidade pessoal, conquistada nos seus "périplos" pelo País.    O Presidente da "direita" enfrentou  durante o seu mandato a "pandemia do Covid 19", com ministro da Fazenda, Paulo Guedes, implementando o informal "Orçamento de Guerra", que custou ao País, naquele ano, "rombo fiscal" de cerca de R$ 895,8 bilhões.    Bolsonaro entregou o Governo ao seu sucessor Presidente Lula com o "superávit primário" de R$ 54 bilhões. 


            O Presidente Lula desde que assumiu o poder em 2023, não consegue equilibrar as conta públicas, a do Governo federal, por pura incompetência da equipe econômica. 


             O Governo federal acabou encerrando o ano de 2025, com o "déficit primário" de R$ 61,67 bilhões.   Lembrando que o "déficit primário" é o dinheiro que falta para cobrir as despesas correntes do Governo federal, excluído as contas das estatais.    O normal seria apresentar ao menos um pequeno "superávit nominal", que seria a situação das contas após o pagamento de serviços e juros da dívida pública federal.      O fato concreto é que o Governo da União não consegue sequer pagar os juros da sua dívida pública, neste momento, faltando pouco para chegar aos R$ 10 trilhões, equivalente, grosso modo ao PIB do País.    O número seria como se Você devesse aos bancos e agiotas, o valor equivalente à sua "renda bruta" anual.     O Brasil não consegue sequer pagar os juros da sua dívida, muito menos, não tem renda para pagar o montante da dívida pública.     No setor produtivo brasileiro, a esta situação se denominaria "pessoa ou empresa falida".   Brasil, literalmente, está falida!

        No meio  desse quadro que os candidatos à Presidência da República, o atual e os pretendentes, terão que no primeiro dia do seu "mandato" encarar a situação financeira do Governo federal, de frente.   O Brasil está, literalmente, quebrado, pela incompetência dos sucessivos Presidentes de plantões!

                 Dá para ser feliz, assim ?

PS: Os Estados Unidos propõem nova tarifa de 25% aos produtos brasileiros.

                 Ossami Sakamori

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