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Os Estados Unidos colocaram em "consultas públicas" e "negociações" com o Governo brasileiro antes da sua aplicação efetiva, prevista a partir do mês de julho. Essas tarifas propostas são genéricas para todos os países, linearmente e estarão em "pauta de negociação" com os países, "caso a caso", como ocorrera com as taxações no ano passado. A justificativa é a prática de trabalho em situação de vulnerabilidade da população trabalhadora.
O fato é que as novas tarifas, a serem implementadas, pega o Governo do Presidente Lula de "calças curtas". O anúncio das novas "tarifas de importações", está ocorrendo, coincidentemente, após a visita do candidato Flávio Bolsonaro à Casa Branca, faz poucos dias. O anúncio nada tem a ver com a última visita do senador Flávio Bolsonaro. O fato concreto é que o Presidente Lula deverá "debitar" as novas "tarifas" ao candidato da oposição, Flávio Bolsonaro, PL.
As Tarifas Propostas:
- Tarifa Base de 25%: Anunciada pelo governo norte-americano, afeta produtos como carne bovina, café, terras raras, aço e máquinas. A justificativa dos EUA são políticas consideradas "desleais", incluindo áreas como comércio digital, meio ambiente (desmatamento) e outras práticas comerciais.
- Tarifa Adicional de 12,5%: Proposta para o Brasil e mais de 50 países sob a alegação de falhas no combate ao trabalho forçado. Se aplicada em conjunto com a tarifa base, a sobretaxa total sobre os produtos brasileiros poderia atingir 37%.
Posição brasileira:
O Governo brasileiro classificou as medidas como "protecionistas e unilaterais". O Palácio do Planalto cogita em aplicar "medidas de reciprocidade" caso as sanções sejam confirmadas. Estão marcadas para o mês de julho, as audiências públicas dos setores afetados e tentar reverter as listas de produtos taxados. Como acontece, sempre, o Governo do Presidente Lula "corre atrás do prejuízo" para tentar exclusão da lista de alguns produtos e ao mesmo tempo, estudar a taxação de produtos importados dos Estados Unidos, como retaliação.
Este filme, o setor produtivo brasileiro já assistiu no ano passado, com série de dificuldades para "exclusão de alguns produtos" das novas tarifas e negociação de caso a caso dos produtos sensíveis aos produtores brasileiros como "carne bovina" e produtos "agrícolas" como o suco de laranja e outros produtos agrícolas. Cabe ao Governo federal e o setor produtivo, "debruçarem-se" nas listas de produtos taxados para tentar "excluí-los" ou amenizar a situação de cada produto.
O Governo Lula, tentando envolver o candidato Flávio Bolsonaro, PL, sobre as novas taxações, que são genéricas para o mundo, adicionada à declaração do Presidente Lula em esperar a reunião do G7 que acontecer em Paris, nos próximos dias, para "discutir" com o presidente Trump sobre eventuais reduções e exclusões nas novas tarifas de importações pretendidas.
Esse filme, o povo brasileiro já viu no ano passado, em situação semelhante, em uma intervenção atrapalhada do Itamaraty e do Ministério da Indústria a Comércio. Presidente Lula, tenta "sair-se bem na foto", ao lado do presidente Trump, como já fizera em outras ocasiões semelhantes. Presidente brasileiro, candidato à reeleição, quer "posar" como "salvador da pátria", como já ocorrera em nas situações semelhantes, para "sair-se bem na foto" para o seu eleitorado, com vistas às próximas eleições.
Ossami Sakamori
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