O tamanho das forças políticas

 

Está passando despercebido o resultado da votação em Plenário do Senado Federal, por 41 votos contrários e 34 votos a favor, pela indicação do Jorge Messias, feito pelo Presidente Lula, PT, de livre escolha dele, Presidente da República, conforme manda a Constituição da República Federativa do Brasil.   A aprovação do nome do aliado direto do Presidente Lula dependia do voto favorável ao menos de 41 senadores.    


        No meu entender, a indicação do candidato derrotado, Jorge Messias, que era de  caráter pessoal do Presidente da República, mostra o "outro lado" da "política brasileira", sobretudo em relação à eleição presidencial que ocorrerá no próximo dia 4 de outubro.  Segundo a grande imprensa destacou, esta situação, a de "desaprovação" do indicado pelo Presidente da República, não se via há 132 anos, em 1889, 5 anos depois da proclamação da República, em 1989, indicação feita pelo presidente Marechal Floriano Peixoto.    


          A situação configura uma "disputa política" entre a situação comandada pelo Presidente Lula e principal candidato da "oposição" ao cargo máximo da República.    Não se trata, o resultado da votação, sobre o "Currículo" do candidato, que já exerceu o posto de Advocacia Geral da União, sem deixar nenhuma mácula.    O atual ministro do TSE, Dias Tofolli teve sua nomeação aprovado pelo Senado Federal no dia 1º de outubro de 2009, tendo passado pela mesma função do "rejeitado", pela Advocacia Geral da União, no período antecedente.   Portanto, o indicado pelo Presidente da República, Jorge Messias, "pagou o pato", em sinal de "desaprovação" do Governo Lula, pelos Senado Federal, que é a Casa da Federação, composto por 3 senadores de cada unidade da Federação.   


           Sem medo de errar, com uma "boa aproximação", podemos concluir que o Presidente Lula conta com contou com 34 votos dentre 76 senadores presentes na sessão de votação do nome do Jorge Messias para o STF.    Fazendo conta de votos que o Presidente Lula conseguiu, conclui-se que a aprovação do Presidente Lula, se aproxima do 34/76, ou seja, aproximadamente 45% dos eleitores ao seu favor e 55% contra o atual Governo, o do Presidente Lula.    


            Em tese, a minha, o prognóstico do resultado da eleição de 4 de outubro, a tendência, considerado o dia de hoje, seria de 55% de votos favoráveis ao candidato Flávio Bolsonaro, PL e 45% dos votos a favor do Presidente Lula.    Curiosamente, as pesquisas de opinião apontam número semelhante ao que estou a afirmar, em tese.  


            Ossami Sakamori            


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