O fundo do poço da política nacional


Estamos no "fundo do poço" em termos de "política nacional".   Ao invés de discussão sobre os "projetos nacionais para o desenvolvimento do País" para ao menos tentar "encostar no G7", as sete maiores economias do mundo composto pelos países  Estados Unidos, Alemanha, Canadá, França, Japão, Itália e Rei Unido, cujo PIB agregado está ao redor de US$ 51 trilhões.  


             Dentro do contexto, o PIB do Brasil está ao redor de US$ 2,27 trilhões, pouco mais de 4% do PIB das 7 maiores economias do mundo.   Hoje, o País ocupa a 10ª ou 12ª posição do mundo global, conforme a referência do ano  em questão, portanto está longe de "impor condições" às maiores economias do mundo como Estados Unidos e a China.   Dentro do contexto global, o Brasil é mero fornecedor de matérias primas como minério de ferro e bauxita e segundo maior fornecedor de grãos do planeta.    Os principais compradores dos nossos "commodities" são exatamente a primeira e segunda maior economia do mundo, os Estados Unidos e a China.    


           O Presidente Lula, na sua "visão míope", que enxerga somente os seus próprios pés, ao invés de "negociar" os comércios bilaterais com os principais economias do mundo, como os Estados Unidos e a China, usam das "bravatas", para com o presidente americano Donald Trump, Republicano, uma vez que a sua aliada favorita Kamala Harris, Democrata, não se elegeu.    O distanciamento que ocorre nos encontro entre os presidentes de dois maiores potências dos continentes americanos, guarda ainda, os "resquícios" da campanha eleitoral do passado.   


            Dentro do contexto, o presidente Trump, americano, olha o Presidente Lula como político de "esquerda" e o nosso Presidente considera o presidente americano como de "direita".    O reflexo aparece evidente nos encontro dos líderes.   Enquanto o presidente Trump não deixou o Presidente Lula ser fotografado ao lado dele no "Salão Oval", como é chamado o seu "gabinete privado", o mesmo presidente Trump, deixou que um simples senador da República, o candidato Flávio Bolsonaro, PL, alinhado politica e ideologicamente ao presidente americano, fosse fotografado.    Isto é natural na política global.  Cada um vende a sua imagem, ideologicamente compatível, para cada momento histórico.   


             O presidente Trump, através do seu Secretário de Estado, equivalente ao nosso ministro de Relações Exteriores, fez chegar ao Palácio do Planalto, a condenação em nível global, as facções criminosas, CV e  CCP, pelo governo dos Estados Unidos.   A partir de então, as facções criminosas citadas fazem parte da lista de "inteligência" dos organismos internacionais, com conexão no mercado financeiro internacional.    

              Tão logo, ele soube das restrições às facções criminosas, o Presidente Lula, fez duras críticas, ao candidato da oposição Flávio Bolsonaro, PL, sobre a interferência na condenação das facções criminosas brasileiras ao invés de enaltecer as medidas anunciadas pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos.    Com as declarações enfáticas do Presidente Lula contra as condenações das facções criminosas, classificadas por ele como "interferência indevida", mesmo sabendo que existe uma ligação direta entre o DEA - Departamento de Narcotráfico americano e a COAF - Órgão independe de Acompanhamento Financeiro no Brasil, um braço do DEA em termo de troca de informações.   


            No mínimo, é muito estranho que o Presidente Lula, PT, venha em defesa dos CV e CCP, ao invés de enaltecer a interferência de um senador da República, em defesa da população brasileira.   Pelo contrário, o Presidente Lula, em público, declarou interferência indevida em colocar as facções criminosa na lista da Interpol e outros órgãos de segurança e de combate ao narcotráfico.   Pelas indicações, para quem tem o mínimo de conhecimento, o Presidente Lula mostra a sua verdadeira face sobre os temas mais sensíveis da Nação.    


           Ossami Sakamori            

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