O atraso do Brasil
Enquanto o País comenta sobre a derrota da indicação do "Messias" para o cargo de ministro do STF, o País se encontra sem nenhum "Programa do Governo", de ambos candidatos, o Lula da Silva pela situação e senador Flávio Bolsonaro, PL ao cargo de Presidente da República, a economia global está acompanhando o desenrolar do conflito Israel/Estados Unidos contra o Irã, sob ponto de vista "macroeconômico", mais do que "político".
O conflito no Oriente Médio, está rumando para desfecho previsto, com vitória dos Estados Unidos, baseado em seu poderio militar, totalmente desproporcional ao do Irã. O mercado internacional de petróleo, já opera "abaixo do pico do conflito" aos níveis entre US$ 100 a US$ 120 o barri, o tipo Brent, o mais nobre. O Brasil produz, o do tipo pesado, TWI, igual ao do petróleo no solo americano.
Ainda na esteira do conflito entre Estados Unidos e Irã, onde o presidente Trump "desovou" muitos U$ bilhões em armas e munições. Neste esteira do conflito no Oriente Médio, o Pentágono anunciou nessa sexta-feira, dia 1º, um acordo com 7 líderes em inteligência artificial para implementar uma nova tecnologia em sistemas militares considerados como "confidenciais". As empresas convocadas que terão contratos de US$ bilhões, são: SpaceX, OpenAI, Google, Nvidia, Reflection, Microsoft e Amazon Web Services. O valor do contrato não foi revelado, mas, um trabalho como esse, o Contrato é "aberto" em termo de valor. Atrás destes "desenvolvedores de sistema", estão as "indústrias de armamentos", que desovou uma parte do seu "estoque estratégico" e criarão milhões de novos empregos no solo americano.
Triste ver a nossa realidade, a do Brasil, em comparação com a dos Estados Unidos, com desenvolvimento de tecnologia e "encomendas" à indústria bélica, que ocupam uma boa parte do seu parque industrial. Fala-se em aproveitar as instalações ociosas das indústrias automobilísticas como da Ford e Chevrolet para fabricação de novas armas de defesa americana.
Enquanto isso, o Brasil do Presidente Lula ou do senador Flávio Bolsonaro, preocupa-se em "redistribuir rendas" à população mais carente, visando "votos" para conquistas do Poder dos seus respectivos grupos políticos, com o nosso dinheiro, o do Contribuinte. É triste ver que o País que ocupa 11ª economia do planeta, que já esteve ocupando a 8ª posição, preocupa-se tão somente em preencher os 52 mil cargos comissionados, do que numa "política econômica" robusta, muito menos de uma "política fiscal" equilibrada e duradoura.
Infelizmente, ao contrário dos Estados Unidos, conforme a matéria, o Brasil é um país, "sem ousadia" e "sem esperança", ao contrário do país do hemisfério norte, descoberto, o nosso, pelo português Pedro Alvares Cabral e o deles descoberto pelo Colombo e desbravado pelo povo lúcido da Grão Bretanha.
Enfim, o Brasil é comandado por um "analfabeto funcional" e os Estados Unidos por um "empresário" do setor produtivo, com orçamento de cerca de US$ 6,5 trilhões, representando cerca de 25% do PIB daquele país, enquanto o Brasil, gasta ao menos 1/3 do PIB, para atender os "péssimos serviços" à população, governado por um Presidente "analfabeto funcional". Próximo das eleições, a população brasileira deveria cobrar de cada candidato ao cargo de Presidente da República, as metas para a "política econômica" e "política fiscal", imprescindíveis para um País que quer alcançar posição de destaque no mundo global ou continuaremos "lambendo as botas" do Xi Jingpin ou do Donald Trump.
PS: Felizmente, o setor produtivo brasileiro tem garra e força e independentemente da falta de "política econômica" e um verdadeiro "caos" na "política fiscal", vai fazer o Brasil se manter na posição de "vanguarda" da economia global. Podem apostar !!!
Ossami Sakamori
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