Lula: Estratégia ou desespero ?

 


A grande imprensa noticia as últimas medidas eleitoreiras tomadas pelo Presidente Lula, PT, com vistas à sua reeleição, em confronto direto, ao menos com o candidato da oposição Flávio Bolsonaro, PL.     O Presidente Lula tem à sua disposição a "máquina pública" do Governo federal, com "recursos do Tesouro Nacional", o dinheiro de todos nós em contraposição ao seu principal adversário que conta apenas dos recursos de doadores privados.


          Segundo a grande imprensa, o Palácio do Planalto, leia-se Presidente Lula, aciona uma verdadeira máquina de distribuição de recursos e benefícios públicos que causam impactos eleitoreiros.   As medidas virão em forma de Decretos, os "subsídios tributários" para diesel, gás, gasolina e querosene de aviação.   Além de "crédito subsidiado" para empresas aéreas, compra de caminhões e bens de capital.  Linha de créditos especiais para exportadores, fábricas de máquinas agrícolas, microempresas de turismo.   


         Além das linhas de créditos e benefícios fiscais acima, está em vias de ser anunciado cerca de R$ 30 bilhões em empréstimos para taxistas e aplicativos.  Há ainda, o refinanciamento de dívidas estudantis e o Desenrola.  Para viabilizar os diversos subsídios, terá que haver mudança na Lei de Responsabilidade Fiscal para poder viabilizar os "benefícios fiscais" sem a correspondente compensação.     Tudo isto, depende da aprovação do Congresso Nacional, onde o partido do Presidente Lula, PT, não tem maioria para aprovação de uma Emenda Constitucional.   


          E, tem mais, o Presidente Lula também vai assumir o risco de "redução da jornada de trabalho", que as empresas deverão receber compensação ou "desoneração da folha de pagamento" com o aumento de limites para o enquadramento nos regimes favorecidos como "Simples" e "MEI".   Isto tudo, ainda, terá que passar pelo Congresso Nacional, sem ter a maioria para a aprovação.    


            A grande dúvida que eu tenho, se estas medidas "em estudo" no Palácio do Planalto, haveriam tempo suficiente para influir nas decisões do empresariado brasileiro e muito menos, se estes benefícios de naturezas fiscais vão chegar na "ponta do consumo", antes das eleições do próximo dia 4 de outubro, já batendo nas portas.    


            O fato é que o Presidente Lula está vendo o seu principal opositor, o senador Flávio Bolsonaro, PL, crescer rapidamente, chegando ao mesmo nível de "aceitação" pelos eleitores e em alguns casos, ultrapassando o atual Presidente, sobretudo em confronto no segundo turno, onde concorre os dois candidatos com melhor colocação no primeiro turno, dia 4 de outubro.   


             O recente caso da divulgação do recurso capitado para a edição do filme sobre a vida do Presidente Jair Bolsonaro, em 2024, pelo banqueiro encrencado com a Justiça, dono do Banco Master, que "não envolvem recursos públicos", sendo que a transferência teria feito para a empresa produtora do filme, com risco inerente ao projeto desta natureza, que poderá resultar em "sucesso ou não na bilheteria", para a produtora do filme.  


             Apenas, uma alerta ao Presidente Lula, de que as "despesas não previstas no Orçamento federal", sem devida "autorização" do Congresso Nacional poderá resultar no "impeachment", como o que ocorreu com a Presidente Dilma. PT.   Muitas águas passarão debaixo desta ponte, denominada de "eleições presidenciais".     Vamos acompanhar de perto tudo que acontece com o destino dos recursos auferidos dos Contribuintes brasileiros, ao qual nós fazemos parte.    


PS:   O Brasil não pode se dar o luxo de ter um Presidente da República senil, no final do seu mandato. (The Times).  Para a esquerda brasileira, sou considerado "fascista".  Será?


               Ossami Sakamori

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