Lula e Flávio, duas opções sofríveis ...


Faltando pouco mais de 4 meses para eleições  que se darão para escolha do candidato ao "cargo máximo" da República Federativa do Brasil e acompanhando o "périplo" de cada um dos principais candidatos ao posto de Presidente da República de todos nós, os 214 milhões de brasileiros, com "campanha eleitoral", nas ruas, com reuniões "privadas" e "abertas", não  vejo, sob ponto de vista da "macroeconomia", as propostas objetivas dos candidatos para "recolocar" o Brasil no caminho do "desenvolvimento sustentável".    Isto a grande imprensa não tem comentado, despreparada que está, também. 


           O Brasil não é uma Noruega, o país considerado um dos mais desenvolvido do planeta e muito menos um Madagascar, uma grande ilha e pobre ilha da costa leste da África.   O Brasil disputava a 8ª posição na economia global, porém, o País foi perdendo posição para países com menor importância do mundo global.    Hoje, o Brasil ocupa a 11ª posição na economia global, ficando atrás da Rússia e países minúsculos como a Itália e o Japão.   


            O País, Brasil, é complexo, com 8,5 milhões de km2 e 214 milhões de pessoas habitando nela, desde ribeirinhos da "floresta Amazônica" ao gaúchos extremo Chuí.   Por outro lado, o País possui extensas terras produtivas, incomparáveis no mundo, para produção agrícola e pecuária, sobretudos.    O fato concreto é que até um "analfabeto funcional", consegue presidir o País, ajudado por todos predicados possíveis.     


            Dentro deste contexto, que nós temos, na prática, dois candidatos sofríveis, o da dita "esquerda", o atual Presidente da República, Lula da Silva, PT e da oposição, o senador Flávio Bolsonaro, PL, cujo "currículo pessoal" é ser filho de um ex-presidente da República, que, supostamente, mobilizou algumas dezenas de pessoas, de homens e mulheres, de adultos a crianças, incluindo o "pipoqueiro" que se achavam "acampados" em frente ao Quartel General do Exército na Esplanada dos Ministérios.    Este fato já é uma "aberração" para um País que se proclama, "democrático". Que se punam os vândalos, mas, não às "Deboras do batom".     


          O programa do governo do Presidente Lula é o mesmo de sempre, a continuidade dos programas assistenciais, com o dinheiro do Contribuinte brasileiro ou melhor, com o "nosso suado dinheiro", com uma estrutura de 38 ministérios, para atender 38 grupos de "companheiros" do que atender os interesses da população brasileira.    O candidato da oposição, da qual faço parte, fala em diminuir para 29 o número de ministérios, um número aleatório, porém, é muito.    Os países do Primeiro Mundo, adotam ao máximo 20 ministérios e Agências especializadas.    Pelas boas regras da macroeconomia, o número máximo de ministério seria por volta do número adotado pelos países do Primeiro Mundo, para ter "atendimento eficiente" à população, ao máximo de 20 e Agências especializadas, independentes.  


           É de se perguntar aos candidatos à Presidência da República, o Lula da Silva, PT e ao Flávio Bolsonaro, PL, quais são as metas e objetivos na "Política Fiscal" e na "Política Econômica", mais do que simples intensões para atendimento dos seus "apoiadores" com seus respectivos "currais eleitoreiros".    Sem uma "Política Fiscal" responsável e uma "Político Econômica", o próximo período governamental será o "mesmice de sempre", independente de quem seja o "vencedor" do pleito de 4 de outubro.     Isto está me parecendo "corrida de cavalo", apenas medindo forças e nenhuma proposta concreta.


        Para sua segurança patrimonial, continue comprando o dólar americano, US$, que está subvalorizado, através de uma casa de câmbio oficial ou de instituições bancárias.   É ilusão pensar que estamos vivendo no País de prosperidade, com inúmeros problemas sociais à nossa vista...   Cedo ou tarde, vem a pesada fatura para o Contribuinte pagar !


          Ossami Sakamori      

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