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Ontem, dia 22, sexta-feira, presidente Donald Trump teve seu dia bom. Ele deu posse ao novo presidente do FED - Federal Reserve, o banco central americano. Disse, o presidente americano, que o novo presidente será "será “totalmente independente” para tomar “suas próprias decisões. A fala ocorreu durante a cerimônia de posse de Kevin Warsh como novo chefe da autoridade monetária, na Casa Branca.
Após pregar pela autonomia da instituição, o Federal Reserve, Trump frisou que a visão de Warsh sobre a política de juros estaria alinhada com o que o governo dos EUA pensa. Para quem não acompanha a trajetória de juros dos títulos do Tesouro Nacional americano, a prática de juros altos para conter a demanda ou a inflação, foi do presidente Biden, do Partido Democrata.
Lá nos Estados Unidos como aqui no Brasil, há uma "briga surda" entre o Tesouro Nacional e o Banco Central. Os juros americanos tiveram aumento significativo no final do governo Biden e manteve taxa básica de juros nos patamares atuais. Em dezembro de 2025, apontavam juros de 3,60% a 3,70%, número muito alto para padrão americano, onde a moeda é o dólar americano, US$.
Uma coisa é certa, os juros americanos devem procurar o nível compatível com a inflação americana, que está no patamar elevado, devido às novas tarifas de importação imposta, no que o Brasil e o resto do mundo teve prejuízo incalculável. A inflação americana estava elevadíssima para padrão deles, em 3,8% ao ano, no mês de abril deste ano. De imediato, não terá, na minha opinião, grande mudança na taxa básica de juros dos títulos do Tesouro americano. Porém, no prazo médio, a taxa de juros do Tesouro americano deverá "procurar" taxa compatível com o patamar de inflação.
Aproveitando que estamos falando dos Estados Unidos, fiquei sentido com a decisão de afastamento da Tulsi Gabbard, da chefia da Inteligência americana. E, aqui vai a imagem dela e certamente, ela ficará como uma reserva importante para os Estados Unidos.
Sem desmerecer, o quadro de funcionários do Governo federal, como o do Fernando Haddad e Simone Tebbet ou ainda, do atual ministro da Economia, Dario Durigan, sem nenhuma autonomia, tenta implementar uma "política fiscal" e "política econômica", sem respaldo técnico ou anteparo político. Quiçá, um dia, o Brasil possa ter um Presidente da República que entenda um pouco a mais do que a "fome da população", se é que o País tenha gente passando fome. Pelo exemplo dado pelos Estados Unidos, o Brasil se nivela por baixo, por nossa própria decisão e convicção. A população brasileira "perdeu o brio" de ser habitante de um país "gigante pela natureza". É por nossa própria decisão !
Ossami Sakamori
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