Estados Unidos e China, duas potências globais

 

A imprensa internacional deu ampla cobertura da visita do presidente americano Donald Trump ao presidente chinês Xi Jinping.  Ao contrário do que a imprensa brasileira noticia, a recepção do presidente chinês ao presidente americano foi muito calorosa, destacando multidão de crianças organizadamente enfileirado para recepção na chegada do Donald Trump.   As imagens correram no mundo via BBC Londres e CNN americana.   A imagem mostrou também, a apresentação do jardim de inverso do Palácio do Governo chinês, numa demonstração de "aproximação" de dois maiores economia do mundo.    Ao contrário, a imprensa brasileira, tratou com certo "desdém" por completa ignorância ou simples "falta de interesse".    


           Para quem acompanha de perto a movimentação da economia global, os Estados Unidos são os maiores competidores dos commodities agrícolas e são os maiores compradores de produtos que vai de suco de laranja, café e até mel de abelha.    Em matéria de produção de grãos, os Estados Unidos superam a produção de grãos do Brasil, competindo "de frente" nas exportações para a China.  A China importa cerca de 100 milhões de toneladas de soja por ano, sendo que o Brasil responde por cerca de 70% deste total.  O Brasil supera os US$ 100 bilhões ao ano, sendo o seu maior "cliente" dentre os países desenvolvidos.    O volume de exportação de soja pelos Estados Unidos, tende a elevar além dos atuais 25 milhões de toneladas acordada em outubro de 2025. 


          Xi Jinping concordou em comprar 200 aeronaves da Boeing, cujo potencial de encomendas futuras pode chegar a até 750 aeronaves de passageiro.   Para se ter ideia, a China tem uma base de mais de 80 jatos da Embraer em operação pelas empresas regionais, cujas perspectivas de novas encomendas, em competição com a Boeing, poderá chegar a 40% do tráfego global.   Num mundo altamente competitivo, não há no Brasil uma "política econômica" que oriente o setor produtivo brasileiro, deixando as iniciativas ao setor produtivo, ao contrário dos Estados Unidos, que o seu presidente, lutam com "unhas e dentes", visando interesse econômico do país.    A venda dos jatos da Embraer ficou, por enquanto, no plano de "perspectivas", servindo tão somente para o "currículo" do Presidente Lula, como sendo "bom negociador" para o público interno ou o seu "curral eleitoreiro".    


            Estados Unidos e China são as maiores potências do mundo, avançando cada vez mais, nos setores de tecnologia, sem "desprezar" o setor agrícola.    Os maiores produtores agrícolas do mundo, pela ordem são:  China, com 2 milhões de milhas quadradas, os Estados Unidos com 1,6 milhões de milhas quadradas, Austrália com 1,4 milhões de milhas quadradas, Brasil com 914 mil de milhas quadradas e Rússia com 833 mil milhas quadradas.   Sendo que cada milha quadrada equivale a 2,59 quilômetros quadrados.   Seja como for, o ranking dos produtores agrícolas permanecem nas mesmas colocações.   Brasil está longe de ser "donos do mercado de commodities" e de aviões.   


            Enquanto isso, no Brasil acontecem a disputa, de um lado o atual Presidente Lula, analfabeto funcional e do outro lado, o filho primogênito do Presidente Bolsonaro.   Dentro do contexto, lembrei do termo usado no passado longínquo, os "anões do Orçamento", ao se referir aos políticos com os interesses pessoais no Orçamento da União, antes dos interesses da população.    Cada um dos candidatos, "se achando" um verdadeiro líder de uma Nação, com potencialidade para ocupar as primeiras posições na economia global.    Vai que "pega", para infelicidade da população brasileira.    


             Ossami Sakamori       

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Lula e Janja na Coreia do Sul

Uma bolha prestes a explodir

Governo Trump quer reabrir o "Caso Odebrecht"