Casa Grande e Senzala
O País se encontra num dilema na escolha de Presidente da República de todos nós, os 214 milhões de brasileiros, com muita "desesperança" sobre o futuro do Brasil. Até para quem não tem noção do que acontece na "macroeconomia" do País, percebe-se que a situação econômica "não está andando bem" como as que o Brasil viveu nos passados tempos, de "pujança econômica do País", aos olhos vistos. Foi-se o tempo em que o povo tinha esperança de ver o Brasil no topo do mundo. Infelizmente, não passou de um "sonho de verão", sobretudo aos que compõe o setor produtivo brasileiro, no que me incluo.
O atual Governo, o presidido pelo analfabeto funcional, Lula da Silva, PT, é um "desastre" de administração pública, de um país com dimensão continental, de 8,5 milhões de Km2 e 214 milhões de pessoas morando em arranha céus ou em favelas dos grandes centros urbanos. É impensável que no país que tem "riquezas naturais" abundantes e imensidão de "terras férteis" tenham pessoas, chefes de famílias, que estejam "dependentes" de "benefícios sociais", que nada mais são do que são pagos pelos "contribuintes" da classe média e de empresas que contribuem com pesados "impostos de imposição" e de "contribuições compulsórias". É Você é que paga, direta ou indiretamente, meu caro leitor!
É dentro deste contextos que estão a disputar o cargo de Presidente da República, no regime de Governo, onde o Presidente de plantão tem sob o seu domínio, a prática da "política fiscal" e "política econômica". Pelo atual Governo, o do Presidente Lula, com total incompetência, o conjunto de regras que o Fernando Haddad, chamou de "arcabouço fiscal", com o objetivo único de "embaralhar" o entendimento de uma "diretriz econômica", que ficam "exposta" à nós, analistas da "macroeconomia".
Seja como for, mudando ou não de denominação do conjunto de regras que oriente as ações dos governos de plantões, incluindo neste conjunto as administrações públicas municipais e estaduais, além do Governo federal. O sistema de administração pública do Brasil, lembra àquele da época medieval, onde o Rei mandava e os seus súditos obedeciam. O Rei é o Presidente da República e os súditos são contribuintes, direta ou indiretamente, que pagam as suas cotas partes "embutidas" no valor dos produtos ou serviços. Muitas das contribuições, sob ponto de vista "macroeconômico", são "redundantes" ou são pagos num efeito denominado de "cascatas" pelo povo brasileiro. Isto não lembra os tempos da escravatura no Brasil, dos imemoriais tempos? Nos dias de hoje, só mudam personagens: o Rei é o Presidente da República e os escravos somos todos nós, contribuintes, diretos ou indiretos, que sustentam a "Casa Grande" denominado de Palácio do Planalto e Palácio da Alvorada.
Somos os moradores das senzalas, que sustentam os benefícios de toda ordem do Presidente da República, de um simples "mordomos" do Palácio da Alvorada às despesas das "fantásticas viagens" ao redor do mundo pelo "casal Presidencial", tal qual era a comitiva dos donos da Casa Grande, dos tempos imemoriais. O brasileiro está tão "acostumado" a ver esta situação se repetir aos Governos de plantões que mudam de "donos" a cada 4 ou 8 anos. Via de regra, cada Presidente que entra, de mãos vazias e saem do Palácio da Alvorada com, literalmente, "caminhões" de presentes que teriam recebidos como "Chefes de Estado". Pela disputa acirrada entre os candidatos, de situação à oposição, o posto de trabalho no Palácio do Planalto devem render um bom dividendo, político e financeiro, além de fazer parte dos anais da República Federativa do Brasil. Um presidente entra na condição de "operário de fábrica" e sai com fortunas visíveis e não alcançáveis em Paraísos fiscais. Para cima de mim, não, Presidente !
Vamos trabalhar, minha gente! O nosso ganho depende dos nossos trabalhos e dos riscos inerentes ao trabalho, além de ter de sustentar "os benesses" do Presidente e da primeira dama do País, tal qual o Rei e Rainha da Inglaterra, com os direitos históricos.
Ossami Sakamori

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