Alerta: Petróleo move a economia do mundo !
O cenário global está mudando, com um novo "choque do petróleo" que não se via desde 2022. O barril de petróleo do tipo Brent, o mais nobre, abriu o dia sendo negociado ao preço acima de US$ 120 cada barril, ultrapassando o "pico" do preço de 4 anos atrás. Ao que parece, para quem acompanha a macroeconomia global, de que o mercado do petróleo deve marcar um novo patamar de negociação cujo "piso" deve marcar US$ 100 para cada barril do tipo Brent, cujo preço antes do conflito Israel/Estados Unidos contra Irã estava sendo negociado ao nível de US$ 65 cada barril. A tendência é não voltar ao preço de antes do conflito. Quem está rindo à toa é presidente Trump, que valoriza o seu petróleo do tipo TWI, cuja reserva está estimada em consumo para os próximos 100 anos. E, o presidente Trump, anexou, na prática, a Venezuela, que tem maior reserva de petróleo do mundo!
O Brasil é, "em tese", autossuficiente em petróleo, produzindo diariamente, cerca de 3,5 milhões de barris. Porém, o País se preparou para processar o petróleo do tipo leve ou do tipo Brent, obrigando a Petrobras a exportar o petróleo de sua produção e importar o petróleo mais leve, de melhor qualidade. As refinarias existentes no País processam o petróleo do tipo Brent, obrigando a Petrobras a exportar o petróleo do tipo TWI, o pesado, para importar o petróleo mais leve, o do tipo Brent.
Houve comentário de um leitor deste, de que as refinarias brasileiras poderiam, com modificações necessárias, processar o petróleo mais leve, o mais valorizado, mas, as coisas não são tão simples como "mudar a chave do processamento" entre um tipo ou outro. O governo brasileiro estava propenso a processar o petróleo do tipo TWI, o pesado, com a construção da "segunda trancha" da refinaria Abreu e Lima em Pernambuco, porém acabou não se concretizando com o esfriamento das relações entre dois países e agora, muito mais razão em função do afastamento do Nicolas Maduro.
Enfim, o Brasil, como sempre, "corre atrás do prejuízo" em termo de abastecimento, porque a Petrobras, estatal brasileira, vendo o seu petróleo do tipo pesado TWI e importa o petróleo do tipo leve Brent para processar nas suas refinarias, já privatizadas. De qualquer forma, a Petrobras vai ganhar com o aumento do petróleo, porém, a Companhia estatal não vai operar no prejuízo, para atender a "política econômica", se é que existe, do "governo de plantão", o do Lula da Silva, PT, que está com "credibilidade em baixa", não conseguindo "sequer" aprovar a indicação de vontade do Presidente Lula, numa "derrota" significativa, na indicação de um novo ministro do Supremo Tribunal Federal. Sem uma "política econômica" e muito menos uma "política fiscal" equilibrada, quem "paga o pato" é o consumidor brasileiro que verá um novo aumento de combustíveis e gás de cozinha nos pontos ou postos de venda. Enquanto isso, o presidente Trump está muito satisfeito porque viabiliza o seu petróleo do tipo TWI, o mais pesado, abundante no solo americano, com reserva previsto para os próximos 100 anos.
Infelizmente, o Brasil é feito de administradores incompetentes, sendo o seu Presidente um torneiro mecânico, analfabeto funcional, que está com prestígio em baixa, não conseguindo sequer aprovar um nome indicado para uma vaga aberta no STF, situação que não acontecia há mais de dois séculos, segundo estudioso da história brasileira.
O Brasil do Presidente Lula paga o preço da incompetência, em todos os sentidos, permanecendo na posição de "fornecedor de matérias primas", incluído os produtos agropecuários, em forma de granel. Vendemos o "farelo de soja e de milho" para os países do Primeiro Mundo, porque não temos estrutura para processá-los. Porém, o País em muitos Messias para apresentar ao mundo civilizado, sem desmerecer as suas qualidades pessoais.
PS: A teoria da "macroeconomia" é um aprendizado diário, visando longo prazo, ao contrário da "microeconomia", a das famílias, basta seguir o comportamento padrão: "Gastar somente o que ganha", seja em pequeno ou maior volume de recursos.
Ossami Sakamori
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