Os candidatos de plantões !
Oportuna a matéria da revista Veja, do então ministro da economia, Guido Mantega sobre o pensamento macroeconômico do Adam Smith, (1723-1790), o precursor das teorias econômicas vigentes nos dias de hoje. A economia de um país, à época, era sustentada, basicamente, pela agricultura. Ele definiu, o precursor da "macroeconomia" o importante papel do "lucro" numa economia de mercado. Ele definiu o "lucro" como a "remuneração do capital", diferenciando-o do "salário" pago aos trabalhadores da "renda" de capital pago aos empresários.
Já naquela época, a do precursor da teorias econômicas, priorizava o "controle rigoroso das importações" para gerar "superávits comerciais", servindo para acumulação do "ouro", como referência de "riqueza de cada país". Já dizia à época que a riqueza de uma nação se media pelo estoque de "ouro". Desde o final do século XVII, priorizava-se o "controle rigoroso" das importações para gerar "superávits comerciais" e, assim a acumulação da riqueza, à época, medida pelo estoque de metal precioso, o ouro. Desde a Conferência de Bretton Woods em 1944, estabeleceu-se o um "novo sistema financeiro internacional do pós-guerra, aprovado pelas 44 nações para "garantir a estabilidade econômica". O acordo definiu o "dólar americano", US$, inicialmente, atrelado ao ouro, como principal "moeda reserva", criando o FMI e Banco Mundial para promover a cooperação e evitar crises econômicas sistêmicas. Criou-se um sistema de compensação internacional denominado de SWIFT, baseado em dólar americano, US$.
Por outro lado, os governos de plantões, de direita à esquerda, tentam "inventar" uma nova regra de "trocas financeiras" baseadas em transações comerciais em "moedas locais", com série de dificuldades, a principal é a "inflação", dos países que tentam sair das compensações financeiras e comerciais do "padrão dólar americano", estabelecido na Convenção de Bretton Woods.
Dentro deste contexto, o Presidente Lula, um analfabeto funcional, quer "reinventar" a roda, tentando criar um novo mecanismo de compensação financeira, tendo como "apoio" uma "robusta" reserva cambial, em dólar americano, constituída pelos sucessivos governos, independente de partidos políticos. Contra esta ideia de um operário de fábrica de São Bernardo do Campo, que imagina ser o "Brasil o centro do mundo", há uma dura "realidade da economia global", que continua seguindo o Acordo de Bretton Woods, na sua essência. Difícil um operário de fábrica, reinventar a teoria macroeconômica construída desde século XVIII.
Colocar os fins políticos acima dos objetivos econômicos, em sendo o Brasil, dependente dos Países do Primeiro Mundo, sobretudo dos Estados Unidos e da União Europeia, em trocas comerciais, financeiras e culturais, tem sido o "erro irreparável" do atual Presidente Lula, que pensa liderar o "mundo social e econômico" global. Falta humildade do Presidente Lula, que está a cavar "um fosso" perante o mundo contemporâneo para poder tornar o Brasil, um "player importante" do mundo global neste início do século XXI. E, que os pretendentes a ocupar a cadeira do Presidente da República, tenham a noção exato do contexto econômico e social, do mundo "extremamente competitivo" em todas áreas da humanidade. Sinto um "descompasso" nos pensamentos dos candidatos à Presidência da República, de todas matizes ideológicas, se é que eles têm alguma proposta para levar o Brasil dentre os sete países mais evoluídas, em todos aspectos da atividade humana. O País tem condições de sobra! O que faltam são os "projetos de desenvolvimento" para tirar o "atraso" que o Brasil se encontra perante o Mundo. O País precisa sair dessa mediocridade de "briga de comadres" para ver Presidente da República de uma grande Nação, que se esquecem do principal motivo, a inserção do País no mundo de desenvolvimento humano e econômico do mundo global. Vejo um certo "ar de cinismo" dos candidatos de si mesmos, em quererendo massagear os seus próprios egos.
Onde estão as "políticas fiscais" e "políticas econômicas" de cada candidatos ou eles são fantoches de grupos sociais e ou econômicos ? Vejo uma certa semelhança entre os cães que "conduzem" as ovelhas conforme o desejo dos seus donos. O Brasil se apequena cada vez mais...
Ossami Sakamori
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