O triângulo das Bermudas
Manter o povo na ignorância é uma "ordem oculta" dos governantes de plantões, tanto da direita ou da esquerda, ao menos nas maioria das Universidades Federais do nosso País. Eu próprio, pedi afastamento como professor de Estabilidade das Construções da Escola de Engenharia da Universidade Federal do Paraná, na década dos anos 60, por achar-me "um peixe" fora do "aquário", no sentido pejorativo.
Impressiona-me, que após muitas décadas passadas, o "espírito de esconder os conhecimentos", sobre as matérias mais difíceis até as mais simples, do cotidiano da população brasileira, são "duramente" escondidos pelos notórios "conhecedores dos corredores dos Palácios aos mais simples funcionários do último escalão do Governo federal. Criou-se até expressão muito usual nos primeiros escalões do Governo, o termo "esconder o jogo para ganhar algum". Isto me faz lembrar o início da minha carreira de engenheiro e de perito judicial.
Essa barreira imposta pelo jogo do "esconde/ esconde", "empodera" cada vez mais, os "políticos da situação", criando até uma profissão mais conhecida como "lobistas" ou "contatos" do baixo ao alto escalão. É assim que funciona os três poderes da República, o Executivo, o Judiciário e o Legislativo. Ao contrário do Brasil, nos Estados Unidos, os "lobistas" são "representantes" institucionais dos setores da atividade empresarial, que faz a função de interlocução com os parlamentares do Congresso Nacional daquele país. O próprio termo "lobista" teria origem porque os parlamentares são, abordados no "lobby" ou antessala da Câmara dos Representantes e do Senado, daquele país. O "lobista" ganha um "credencial" próprio para circular nos gabinete dos parlamentares, da Câmara ou do Senado.
Diante da situação descrita, o parlamentar brasileiro, seja ele Senador da República ou Deputado Federal, tem o "poder" de "aprovar ou rejeitar" as propostas do Executivo ou do Palácio do Planalto, além do poder "direcionar" as Emendas Parlamentares, que o Poder Legislativo tem o poder de direcionar as verbas para as bases eleitoreiros de cada "parlamentar". Esse poder de "direcionamento de verbas" é conhecido há muito tempo. Quem não se lembra dos "anões do orçamento", sentido pejorativo aos parlamentares do "nordeste".
Por essas e outras razões que a Esplanada dos Ministérios acho semelhante ao "Triângulo de Bermudas", em referência à região da Ilha das Bermudas, onde, misteriosamente, muitas "aeronaves", simplesmente, desapareciam dos radares, sem nenhuma explicação. É assim que funciona os escaninhos da Esplanada dos Ministérios, incluindo, o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o STF. É um verdadeiro "Triângulo das Bermudas".
Continue posicionando em "dólar americano". Creio que é uma oportunidade no médio e longo prazo. Sempre, adquirindo nas casas de câmbio ou em instituições bancárias ou aplicando em "derivativos" atrelados ao "dólar americano". Guardar, sempre, os comprovantes das compras.
Ossami Sakamori

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